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Economia Alternativas mais baratas de carnes também sofrem impacto da inflação

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Cortes considerados "de terceira" viraram a "primeira" opção para muita gente.

Foto: Reprodução
Cortes considerados "de terceira" viraram a "primeira" opção para muita gente. (Foto: Reprodução)

O aumento da procura por alternativas mais baratas de carne também acabou cobrando um preço.

Na cestinha, o esforço é para levar mais por menos. O preço da carne bovina subiu quase 25% nos últimos 12 meses; da carne de frango, 29%. Carcaça, pé, pescoço de frango, cortes considerados “de terceira” viraram a “primeira” opção para muita gente.

“Um produto que a gente não tinha, que foi solicitação dos clientes mesmo, é pé de frango, pescoço de frango”, diz Josiane Pierobom, dona de açougue.

O aumento do consumo mexeu com os preços. E as opções mais simples, que vinham servindo de alívio para o bolso, agora estão ficando mais caras e preocupam quem já estava precisando se virar para levar carne para casa.

“Em comparação com janeiro, começo do ano até agora, o pé de frango, por exemplo, subiu em média uns 20%”, afirma Josiane.

E no supermercado, pé de frango, que há três meses estava R$ 4,90, agora beira R$ 8 o quilo; o pescoço, quase R$ 9.

“A partir do momento que o poder aquisitivo caiu, e a capacidade de comprar aquele produto de primeira, a carne de primeira, vem diminuindo, está tendo uma busca em cima de produtos mais baratos. O pessoal primeiro migrou para carne de segunda, as carnes continuaram subindo no mercado, agora migrou para carne de terceira. É aquela lei de mercado. Simplesmente se um produto tem mais procura acaba até esse produto que já seria final de linha do consumo, ele começa a esboçar um certo aumento”, explica Paulo Rossi Junior, coordenador do Centro de Informação do Agronegócio – UFPR.

Em vários estados, o Procon passou a recomendar que açougues e supermercados doem ossos de boi ou carcaças de frango e de peixe, que também têm sido muito procuradas.

“Não há nenhum impedimento em relação à venda do produto, mas para a população carente que procura esse tipo de produto para minimamente complementar a sua alimentação de alguma forma, nós entendemos que – tendo em vista a sua vulnerabilidade – que haja a doação e não a venda”, explica Claudia Silvano, chefe do Procon/PR.

tags: economia

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Cleber Viana
24 de outubro de 2021 21:46

vergonha esse governo

Dan Bone
25 de outubro de 2021 18:06

Este é governo da sopa de ossos. Venderam tanta coisa e agora cadê o dinheiro?

Vanderlei Ochoa
26 de outubro de 2021 00:46

mentira. os preços são normais. estavam defasados. o mito é o melhor presidente do mundo. homem bom, cristão, decente, honesto e muito bom de alma e de coração. muito preocupado com o povo pobre. homem de família boa. ele e o vice morão…

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