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Cláudio Humberto Aluguel de prédios vazios sangra recursos federais

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A Bolsa de Valores caiu e o dólar disparou após a Câmara apontar a saída para garantir a merreca adicional de R$100 ao Auxílio Brasil, um Bolsa Família ampliado, de R$400. Enquanto se discutia “de onde tirar” o dinheiro para isso, o governo federal nem sequer ameaçou estancar a sangria bilionária de aluguéis de prédios gigantes, luxuosos… e vazios há quase dois anos. São os casos da Defensoria Pública, Advocacia Geral da União (AGU) ou Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Nosso bolso
Só um prédio da AGU custa ao pagador de impostos brasileiro R$1,5 milhão por mês. Seus espaços vazios denunciam o desperdício.

Há dois anos
Fonte do governo confirma que há mais de 20 prédios de órgãos federais com ocupação inferior a 20%. Mas os aluguéis milionários continuam.

Desperdício
“Só a economia da estrutura sem uso da AGU atualmente pagaria o valor extra do Auxílio para 1 milhão de pessoas”, diz um advogado da União.

Pode isso?
A PGFN faz parte da AGU, mas funcionam em prédios distintos caros e vazios, torrando o dinheiro público que faz falta em programas sociais.

Estratégia de Rodrigo Pacheco em 2022 é imitar JK
A estratégia do mineiro Rodrigo Pacheco, em sua campanha à sucessão presidencial de 2022, está definida: imitar o falecido presidente Juscelino Kubitschek. A ideia do presidente do Senado, de acordo com pessoas próximas a ele, é “aparelhar” a imagem do saudoso fundador de Brasília. Por enquanto, a afinidade mais relevante é o Estado onde nasceram. A escolha do novo partido não é casual: o PSD foi a sigla de JK. Hoje é presidido por Gilberto Kassab, com quem ele acertou filiação há meses.

JK não faria isso
Pacheco iniciou a campanha com uma lorota que o sincero JK evitaria: divulgou haver decidido filiar-se ao PSD ontem. Ele decidiu em julho.

Acerto em julho
Esta coluna noticiou em 13 de julho que Pacheco se filiaria em outubro ao PSD. Combinou com Kassab. A festa de filiação será no dia 27.

Self no Memorial
A estratégia de Pacheco o fez permanecer em Brasília, num domingo, 12 de setembro, para não perder o evento do 119º aniversário de JK.

Que horror
O senador Eduardo Braga (MDB-AM) considera “inaceitável” que autoridades do Amazonas, Estado do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), onde tantos morreram enquanto o governador comprava respiradores em loja de vinhos, não figurem no relatório final.

Fuga covarde
Autor de um dos três votos em separado (até agora) na CPI, o senador Eduardo Girão (Pode-CE) disse que a comissão “fugiu de forma covarde” de investigar os bilhões para o combate à pandemia nos estados.

Lastro necessário
Indagado sobre o lastro da emissão de moeda para bancar o Auxílio Brasil, o especialista em contas públicas Raul Veloso não hesitou: “é a perenidade do setor público, que não acaba nunca”.

Pandemia na educação
Presidida pelo senador Flávio Arns (Podemos-PR), a subcomissão de Acompanhamento da Educação na Pandemia inicia nesta segunda-feira (25) um ciclo de debates sobre o cenário da educação no País.

Colhe o que planta
Presidente do PCO, Rui Pimenta criticou quem apoiou a “arbitrariedade” do STF ao mandar prender o jornalista Allan dos Santos. “Pessoal da esquerda apoia tudo que é contra o Bolsonaro, sem pensar”, disse.

Análise proforma
Além do relatório principal, a CPI da Pandemia vai analisar os votos em separado, incluindo os de autoria dos senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Eduardo Girão (Podemos-CE). Sem chance de aprovação.

Sem discriminação
Apesar de Davi Alcolumbre se manter sentado em cima da sabatina de André Mendonça, o governo federal não discrimina seu Estado. As obras da BR-156 no Amapá seguem em ritmo acelerado.

Lei antes do fato
A Câmara debate dia 22 a regulamentação do Registro Nacional Positivo de Condutores, criado em lei há um ano para listar bons motoristas. O problema é que, até agora, integrar o cadastro não significa nada.

Pensando bem…
…teto de gastos no Brasil é de plástico para os ricos e de concreto para os pobres.

PODER SEM PUDOR
Deus no céu, ACM…
ACM detestava Fernando Henrique e tinha lá suas razões. Quando presidente, FHC costumava contar uma piada ocorrida após a morte do babalaô. No Inferno, ACM tirou do sério o Diabo, que telefonou a Deus pedindo socorro: “Não agüento mais! ACM dá palpite em tudo, quer saber as maldades, sugere aperfeiçoamentos. Não dá. Leve ele aí pra cima.” Deus aceitou ACM. Tempos depois, intrigado, o Demo ligou para o Céu: “Deus?” Responderam do outro lado da linha: “Qual dos dois?”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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Jorge Schröder
25 de outubro de 2021 13:16

O Pacheco é chave em todo processo, está numa encruzilhada de vaidades!!!!!. Detém o poder de engavetamento e isto é ruim para o Brasil. Este lançamento a pré-candidato pode elevar ele a hipotética comparação ao camarão, quer dizer sobe para a cabeça a substância intestinal. Se for um estadista merecedor de meu voto aprovará as reformas, afinal serão de seu controle no futuro, mas se for mais um dos mesmos, engavetará tudo, até o pedido de afastamento de Morais.

Fernando Krause
25 de outubro de 2021 19:24

Como acontece numa latrina (quem conhece sabe o fedor…) após diversos indivíduos defecarem e os dejetos fétidos se misturarem, assim são as alianças da esquerda para tentar voltar ao poder!
“Socialismo” NUNCA MAIS !!!!!

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