Sexta-feira, 17 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de julho de 2026
Segundo o delegado responsável pela investigação, a substância jogada no piloto é um óleo usado nos motores de aeronaves.
Foto: ReprodruçãoO engenheiro Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, morreu após participar de um ritual comemorativo de batismo conhecido como “banho de óleo” em uma escola de aviação de Ponta Grossa, no Paraná. O jovem teve uma reação alérgica, não resistiu e morreu na noite de quinta-feira (16).
Segundo o delegado Lucas Petry, responsável pela investigação, a substância jogada no piloto é um óleo usado nos motores de aeronaves.
Petry explica que a Lara foi socorrido ainda no centro de aviação pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), levado ao hospital, mas não resistiu.
“Segundo depoimentos prestados à delegacia por diversas testemunhas e confirmado pelo próprio instrutor do aluno que foi a óbito teria sido ele que teria despejado na vítima essa substância oleosa”, explica o delegado.
O delegado explica que o caso foi registrado como homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. O instrutor pagou uma fiança e foi liberado.
A Polícia Civil solicitou exames necroscópicos, periciais e toxicológicos, além das imagens do local. O instrutor e a escola de aviação não tiveram os nomes divulgados.
(Com informações do jornal O Estado de S.Paulo)
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