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Saúde Alvo na CPI, Covaxin tem pendência na Anvisa para iniciar fase 3 do estudo da vacina em voluntários brasileiros

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Instituto de Pesquisa Clínica de Campinas é um dos que aguardam orientações para dar andamento à triagem de participantes para testar a vacina contra Covid.

Foto: Reprodução
A medida foi tomada depois que uma auditoria da CGU analisou questões relativas à legalidade do processo de contratação e importação da Covaxin. (Foto: Reprodução)

Previsto para iniciar ainda em junho, o estudo da fase 3 da vacina indiana Covaxin contra Covid-19 ainda está pendente de informações junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Segundo o órgão, a Precisa Medicamentos, responsável por intermediar a aquisição do imunizante pelo governo brasileiro, ainda não enviou todos os dados solicitados. O Brasil é um dos países que participam da pesquisa, com 4,5 mil voluntários, parte deles da região de Campinas (SP).

O início do estudo clínico ficou condicionado à apresentação de dados complementares sobre aspectos de qualidade, como estabilidade da vacina. Ou seja, o início do estudo está condicionado a estes esclarecimentos”, informou a Anvisa, em nota.

O estudo da fase 3 não é uma condição necessária para uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

A aquisição da Covaxin, cujo contrato com o governo brasileiro foi firmado em R$ 1,6 bilhão para 20 milhões de doses, é alvo de investigações da Polícia Federal, do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público. A CPI da Covid apura as supostas pressões do governo para liberação do imunizante, além das suspeitas de irregularidades no contrato, uma vez que ele foi o mais caro adquirido pela União.

No início de junho, a Anvisa aprovou, com restrições, a importação excepcional de doses da Covaxin, mas o Ministério da Saúde anunciou a suspensão do contrato de compra para apurar “eventuais irregularidades”. A agência não confirmou se o atraso tem relação com as investigações.

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