Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 3 de setembro de 2015
Uma mulher de 51 anos do Estado de Dakota do Norte, nos Estados Unidos, deu à luz seu próprio neto. Sherri Dickson gerou a criança da sua filha, Mandy Stephens, que, em 2013, perdeu um bebê nascido prematuramente. Quando os médicos disseram a Mandy e seu marido que havia riscos de outro parto prematuro em uma nova tentativa, o casal decidiu ter uma criança por meio de fertilização in vitro.
Foi então que Sherri, que tem dois filhos além de Mandy, se ofereceu para ser “barriga solidária”. “Ver a sua criança perder uma criança é a definição da tristeza”, disse Sherri. “Não consigo descrever de outra forma. É de quebrar o coração”, completou.
Decisão difícil.
Não foi fácil tomar a decisão, porque poderia haver complicações. Além de ter mais de 50 anos, Sherri sofre de esclerose múltipla, uma doença autoimune que ataca o sistema nervoso central. A condição enfraquece o paciente, que poderia não ter forças para enfrentar a gravidez.
Mas deu tudo certo, e a gestação pode ter causado efeitos benéficos em Sherri, cuja doença estava em remissão. Segundo pesquisadores, a gravidez pode ter ajudado a manter o problema sob controle. (AG)
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