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Música Cofundador da banda inglesa Depeche Mode, músico Andrew Fletcher morre aos 60 anos

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"Fletch tinha um verdadeiro coração de ouro e estava sempre lá quando você precisava de apoio, uma conversa animada, uma boa risada ou uma cerveja gelada", diz nota da banda

Foto: Reprodução
Causa do óbito do tecladista e compositor não foi divulgada. (Foto: Divulgação)

O músico Andrew Fletcher, cofundador da banda inglesa Depeche Mode, morreu aos 60 anos. A notícia foi anunciada pelo perfil da banda nesta quinta-feira (26). A causa do óbito não foi divulgada.

“Fletch [seu apelido] tinha um verdadeiro coração de ouro e estava sempre lá quando você precisava de apoio, uma conversa animada, uma boa risada ou uma cerveja gelada”, diz a nota publicada no perfil do grupo.

Tecladista e compositor, Fletcher participou da criação do grupo na cidade de Basildon no final da década de 1970, junto com Martin Gore e Vince Clarke (que logo depois sairia para formar o duo Erasure).

Com a entrada do cantor Dave Gahan, o quarteto passou a desfrutar de sucessos nas paradas, incluindo “New Life” e “Just Can’t Get Enough” (1981).

Em mais de 40 anos de carreira, o Depeche Mode vendeu mais de 100 milhões de discos e é considerada uma das mais influentes bandas de música eletrônica de todos os tempos.

Todos os 14 álbuns de estúdio entraram no Top 10 do Reino Unido, puxados por its mundiais como “Strange Love” (1987), “Enjoy The Silence” (1990), “It’s No Good” (1998).

Passagem pelo Brasil

O Depeche Mode esteve no Brasil pela primeira vez em 1994, quando passava por um período conturbado, com o vocalista David Gahan enfrentando sérios problemas com o vício em drogas. Ele chegou a ser considerado clinicamente morto por dois minutos, após uma overdose em 1996.

Não que seus colegas também estivessem muito bem. Aquela foi a última turnê com Alan Wilder, que deixou a banda em 1995. A partir daquele ano, eles viraram um trio, acompanhado por outros músicos em turnês. Fletcher sequer veio ao Brasil, alegando “instabilidade mental” e se afastou por alguns meses da banda.

Eles voltaram para fazer um show em São Paulo, em 2018, 24 anos depois. Na época, o tecladista disse que todos estavam “saudáveis e fazendo músicas ótimas e bons shows”. “No começo achávamos que só ficaríamos por aí por alguns anos. Mas 37 anos depois parecemos ser tão populares quanto antes.”

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