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Geral “Antigamente, um homem esperava um mês para ver uma mulher nua que não fosse a dele”

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Revista brasileira pode seguir decisão da versão americana de não publicar nus. Crédito: Reprodução

A primeira “Playboy” a gente nunca esquece. Um marco na memória dos homens e na história de muitas das maiores estrelas brasileiras, como Maitê Proença, Christiane Torloni e Claudia Raia, a revista recentemente quebrou a internet, ironicamente sua maior inimiga, com uma notícia: sua versão americana não vai mais estampar ensaios nus.

Por enquanto, não há mudanças na publicação brasileira, mas a decisão da matriz americana deixou os fãs da revista em clima de nostalgia. A decisão seria pautada na falta de interesse pelos ensaios nus por causa da farta distribuição de “nudes” pela internet. Alçada ao status de símbolo sexual nacional após posar para a “Playboy” na Rocinha, no Rio, Valesca Popozuda lamenta a decisão: “Foi um divisor de águas na minha carreira. Acredito que toda mulher já teve o sonho de ser capa e recheio da revista”.

Em junho de 1996, Solange Gomes foi apresentada na capa da Playboy como “a morenaça que seduziu Renato Gaúcho”. “Eu trabalhava em eventos, ganhava 100 reais de cachê. Depois da Playboy, fiz TV. Era top. Antigamente, o homem esperava um mês para ver uma mulher nua que não fosse a namorada ou mulher dele. Hoje, vê toda hora pelo computador.”

A justificativa, porém, não convence Antônia Fontenelle, capa da revista em 2013. “Se você jogar “perereca” no Google, vêm de todos os jeitos. As pessoas não querem ver as pererecas, querem ver as estrelas. É preciso convidar mulheres de expressão.

Em 1987, Claudia Alencar disse que posou em um “ato de coragem”. “Dancei Janis Joplin no ensaio. Levou quatro horas. Bob Wolfenson disse que eu transava com a câmera. Eu queria era me livrar daquilo. Mas me senti confortável, foi bonito.” (AG)

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