Sexta-feira, 22 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil A Anvisa suspendeu a comercialização de lotes de paracetamol e amoxilina em todo o País

Compartilhe esta notícia:

Lotes de paracetamol em gotas foram suspensos pela Anvisa. (Foto: Divulgação)

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recolheu lotes de medicamentos que têm como príncipio ativo o paracetamol e a amoxilina. A informação foi divulgada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União.

Segundo a agência, estão suspensos em todo o Brasil a distribuição e a comercialização do medicamento genérico “Paracetamol solução oral 200mg/mL”, lote 0130/16, com validade em março de 2018. O medicamento é fabricado pela Hipolabor Farmacêutica.

Também estão suspensos em todo o território nacional o medicamento Amoxil BD, da empresa Glaxosmithkline, nas concentrações 200 mg/5 ml e 400 mg/5 ml.

Comum, o paracetamol é utilizado para a redução da dor e da febre em gripes, por exemplo. Já a amoxilina, é um antibiótico recomendado usualmente para infecções das vias respiratórias.

A Hipolabor informa que o lote foi retirado do mercado por alteração no aspecto do medicamento. “Vamos apurar se a mudança foi ocasionada por armazenamento em condições inadequadas”, informa a empresa. Segundo a empresa, o lote já foi recolhido e não está disponível nas drogarias para venda.

Registro

A Anvisa concedeu o registro ao medicamento Spinraza, direcionado a pacientes com AME (Atrofia Muscular Espinhal), doença que atinge o sistema nervoso e causa perda dos movimentos e até mesmo da respiração. Um em cada 10 mil bebês sofrem da condição.

O remédio poderá ser adquirido como uma solução injetável e com a concentração de 2,4 mg/ml. Ele só poderá ser comercializado desta forma no Brasil.

A AME é uma doença rara caracterizada pela degeneração dos neurônios responsáveis pela coluna vertebral. Os pais de bebês e crianças com a doença se reunem em campanhas há anos pedindo a liberação do Spinraza, fabricado pelas empresas Vetter Pharma – Fertigung GmbH & Co. KG, da Alemanha, e Patheon Itália S.PA, da Itália. A detentora do registro no Brasil é a empresa Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos.

Alto custo

Até agora, o tratamento da doença custava caro. Os pais da Valentina, bebê de 1 ano, chegaram a realizar uma passeata em junho deste ano para tentar arrecadar R$ 3 milhões em Campinas (SP). A menina foi diagnosticada 30 dias após o nascimento – só se alimenta por sonda e a respiração é controlada por aparelhos.

A Anvisa explica que, como se trata de uma substância inédita no país, o processo foi complexo e envolveu uma avaliação crítica das informações técnicas e legais. A agência diz que impôs caráter prioritário ao registro, com aprovação cinco meses após o pedido da farmacêutica. (AG)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário
A Justiça negou pedido para extinguir uma das ações contra o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral
Venezuela nega autorização para avião militar de senadores brasileiros sobrevoar e pousar no país
Pode te interessar