Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Após alta de impostos, Michel Temer se reúne com o ministro da Fazenda e com o presidente da Fiesp

Compartilhe esta notícia:

Paulo Skaf havia criticado a decisão do presidente. Fiesp ressuscitou o pato inflável. (Foto: Reprodução)

Após alta de impostos, Michel Temer se reúne com o ministro da Fazenda e com o presidente da Fiesp

O domingo foi movimento para o presidente Michel Temer, que aproveitou o dia em São Paulo para se reunir com alguns nomes-chave e conselheiros da área econômica. Primeiro, ele se encontrou com o ex-ministro Delfim Netto. Depois, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Os encontros ocorrem após o anúncio do aumento de PIS e Confins sobre os combustíveis. Temer e Meirelles também se reuniram com Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Na semana passada, após o anúncio do aumento de imposto, Skaf criticou o governo. Ele disse que aumentar impostos “não é solução”.

Durante o fim de semana, o presidente ainda discutiu estratégia de defesa com Antônio Claudio Mariz, seu advogado e amigo. Mariz fará a sustentação oral no dia da votação da denúncia na Câmara, marcada para dia 2 de agosto.

Em meio à campanha para derrubar a denúncia por corrupção passiva na Câmara, Temer receia ampliar o seu desgaste junto à população com o anúncio do aumento de tributos e quer discutir outras soluções para o rombo nas contas públicas para tentar amenizar a crise.

Debates

Delfim chegou por volta das 13h e Skaf por volta das 13h30 à casa de Temer. Ambos saíram pouco depois das 17h sem falar com a imprensa.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, deixou a residência de Michel Temer, em São Paulo, no início da noite, onde ficou por cerca de duas horas.
Temer e Meirelles se reuniram com Skaf dias depois de a Fiesp criticar duramente o aumento de impostos sobre combustíveis. A entidade
divulgou uma nota assinada por Skaf, na semana passada, na qual afirma estar “indignada” com a decisão da equipe econômica de aumentar impostos para cumprir a meta fiscal de 2017, elevando o PIS/Cofins sobre os combustíveis para arrecadar mais R$ 10 bilhões.

“Ministro, aumentar imposto não vai resolver a crise; pelo contrário, irá agravá-la bem no momento em que a atividade econômica já dá sinais de retomada, com impactos positivos na arrecadação em junho”, assinalou o comunicado da Fiesp. “Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo”, acrescenta.

“Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre”, indicou a Fiesp

A federação inflou, na frente de sua sede em São Paulo, o pato amarelo, símbolo da campanha movida contra a alta de impostos.

Nem Meirelles nem Skaf quiseram falar com a imprensa ao deixar a residência do presidente.

Temer permaneceu em casa durante todo o dia. Os encontros aconteceram fora da agenda oficial do presidente, que não previa compromissos neste domingo.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Goleiro na Copa de 1982, Waldir Peres morre aos 66 anos
Parque do Caracol recebeu oito mil visitantes em três dias
Pode te interessar