Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Por Redação O Sul | 9 de fevereiro de 2026
Afirmação vem em meio ao pagamento de mais de R$ 40 bilhões por parte do FGC em garantias a credores do Banco Master e do Will Bank
Foto: ReproduçãoO diretor de Regulação e de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do BC (Banco Central do Brasil), Gilneu Vivan, afirmou nesta segunda-feira (9) que o órgão deve incluir, entre as entregas previstas para este ano ou para o início de 2027, a revisão de parte das regras do FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
Durante evento da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), em São Paulo, Vivan acrescentou que a agenda também deve incluir novas regras para a distribuição de títulos e normas adicionais voltadas à prevenção de fraudes.
Vivan também mencionou, sem dar detalhes, uma possível “revisão das questões de tarifas”. As declarações ocorrem em meio ao pagamento de mais de R$ 40 bilhões em garantias pelo FGC a credores do Banco Master e do Will Bank — ambos em processo de liquidação extrajudicial.
A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, fecha as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até extinguir a instituição. Nessa fase, as operações são finalizadas e o banco deixa de integrar o sistema financeiro nacional.
No caso do Banco Master, o BC justificou a liquidação pelo agravamento da situação financeira da instituição, pela falta de recursos para honrar compromissos e pelo descumprimento de normas do sistema bancário e de determinações do próprio Banco Central.
Já a liquidação do Will Bank foi determinada após a piora de sua situação financeira e pela incapacidade de pagar dívidas, agravada por sua ligação de interesses com o Banco Master.
Segundo Vivan, no entanto, os problemas recentes ficaram restritos às instituições envolvidas e o Banco Central não identificou mudanças nas captações de outros bancos de pequeno e médio porte.
Ele também disse que o caso do Banco Master trouxe lições para o BC. Segundo Vivan, o processo até a decretação da liquidação demorou mais do que ele gostaria — e ainda hoje é alvo de questionamentos.
Outro ponto citado por Gilneu foi a “magnitude do processo”. “No caso do Master, a gente tem 1 milhão de correntistas. E no caso da Will, são quase 7 milhões. Evidentemente, o debate é complexo”, pontuou.
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A Construção da Falácia. D’Moraes acusou ataques à Democracia/ Estado de Direito/ Instituições… FHC, o obediente impôs Agências para inglês aplaudir. BCdB para Ordem Liberal garantir-se. Fundo Garantidor para livrar a bunda das SEGURADORAS… A nova Entidade Mineral, Lula disponibiliza raridades e estratégias [ou críticos] para um presidente estrangeiro, onde ficou D’Moraes em Mariana Brumadinho. Onde D’Moraes esqueceu a Lei do Traidor da Pátria. A caneta do Cadeia vai dar os minérios em troca dos salários da trupe??? Ab.