Domingo, 14 de junho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Após jantar com Dilma, PDT deve apoiar volta da CPMF

Compartilhe esta notícia:

Em nota, Presidenta disse que, no governo, "a lei é o instrumento", mas não fez referência direta ao senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que firmou acordo de delação premiada após ser preso na Operação Lava-Jato. (Foto: Reprodução)

Após jantar com a presidenta Dilma Rousseff na noite desta terça-feira (1º), no qual ela pediu apoio à recriação da CPMF, o PDT sinalizou que deverá apoiar a volta do imposto. Segundo o ministro das Comunicações, André Figueiredo, devido à crise que o país enfrenta e ao caráter transitório da contribuição, não apenas seu partido, mas outros aliados tendem a subscrever a proposta do governo.

Figueiredo afirmou que Dilma fez uma longa explanação sobre a situação econômica do país, tentando convencer os 14 parlamentares pedetistas e o próprio ministro da necessidade de uma nova fonte de arrecadação. Segundo o ministro, Dilma disse acreditar que o imposto é chave para a retomada do crescimento e que a guinada econômica pode acontecer ainda este ano.

“A CPMF vai ser discutida dentro do PDT, mas a tendência é que o PDT feche (pela criação), por ser temporário. Vários partidos já sinalizam com esse posicionamento. A situação que o Brasil passa requer sacrifícios. É claro que a CPMF é um acréscimo dentro do orçamento do povo brasileiro, mas até certo ponto é um imposto justo porque incide mais sobre quem ganha mais”, pontuou.

O PDT, que foi o berço político de Dilma, também ficou de discutir internamente sobre a reforma da Previdência e propor pontos para o debate. “A questão da idade mínima pode ser discutida com um prazo de transição”, exemplificou Figueiredo, que até o ano passado era líder do partido na Câmara.

Além desses dois assuntos, Dilma também pediu apoio do partido contra o projeto que tira da Petrobras a exclusividade na exploração do pré-sal, aprovado no Senado e que agora segue para a Câmara. Esse é um tema caro para os pedetistas, que se comprometeram com Dilma em lutar pela reprovação da pauta. Segundo participantes do jantar, o tema impeachment não foi tratado durante o jantar.

Participaram do encontro no Palácio da Alvorada os dois senadores do PDT, Acir Gurgacz e Telmário Mota, doze deputados, os ministros Figueiredo, Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo). O jantar durou cerca de 3,5 horas. (AG)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Notícia de que Eike Batista jogou 700 moedas de ouro no mar, para Iemanjá, já vem provocando corrida ao tesouro nas areias do Rio
Presos os passageiros que assaltaram um carrinho de bebidas dentro de um avião em pleno voo
Pode te interessar