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Brasil Após manifestações, governo avalia que é preciso uma reação urgente para evitar que impeachment ganhe força

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Em Porto Alegre, ato contra Dilma ocorreu no Parcão (Foto: Jackcon Ciceri/O Sul)

Surpreso com as fortes mobilizações no domingo (13) em todo o País, o governo federal recebeu os atos como um alerta de que precisa agir rápido para evitar que a pressão pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff ganhe força no Congresso Nacional.

O diagnóstico de ministros e auxiliares da petista é de que as manifestações foram “expressivas” e “significativas” e exigem respostas urgentes em duas frentes: na articulação política, para evitar uma debandada da base aliada, e na política econômica, para dar uma esperança a empresários e trabalhadores de que dias melhores virão.

O governo divulgou uma nota de dois parágrafos no início da noite de domingo. Assinada pela Secretaria de Comunicação Social, disse que a “liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada”. Em seguida, destacou o “caráter pacífico das manifestações” e afirmou que isso “demonstra maturidade de um País que sabe conviver com opiniões divergentes e sabe garantir o respeito às suas leis e às instituições”.

A nota foi a reação pública do governo, que chegou a avaliar que o melhor caminho era não se pronunciar. Mudou de ideia para não passar a imagem de que não reconhecia a amplitude dos atos. A presidenta convocou uma reunião de emergência no Palácio da Alvorada com ministros para tratar dos atos. (Folhapress)

 

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