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Brasil Bolsonaro faz fisioterapia e caminha sem apresentar dor

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O presidenciável foi alvo de uma facada durante campanha em Minas Gerais. (Foto: Reprodução/Facebook)

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, reiniciou a fisioterapia, informou um boletim médico divulgado na manhã desta sexta-feira (14) pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele segue sem febre e sem outros sinais de infecção.

Na noite de quarta-feira (12), o presidenciável foi submetido a uma nova cirurgia para tratar uma obstrução no intestino delgado. O procedimento durou duas horas e, segundo os médicos, foi bem sucedido. A fisioterapia consiste em caminhada e exercícios respiratórios.

De acordo com o comunicado, o candidato permanece na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) “em condições clínicas estáveis e sem complicações no período pós-operatório”. Ele continua recebendo analgésicos para a dor e segue em jejum oral, com alimentação parenteral (endovenosa) exclusiva.

Bolsonaro está internado há uma semana no hospital da Zona Sul de São Paulo, após ter sido atingido por uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Na manhã desta sexta, ele postou nas redes sociais sobre o potencial da Região Nordeste.

Na noite de quinta-feira, o presidenciável agradeceu aos “que se preocuparam e fizeram suas orações. Tudo correu bem, graças a Deus e aos que estão cuidando de minha saúde e recuperação, faxineiros, enfermeiros, psicólogo, fisioterapeuta e médicos. Seguimos firmes!”.

Também disse que sua equipe de campanha está unida. “Muita coisa vem sendo falada na tentativa de nos dividir e, consequentemente, nos enfraquecer. Não caiam nessa! Desde o início sabíamos que a caminhada não seria fácil, por isso formamos um time sólido e preparado para a missão de mudar o Brasil! Não há divisão!”, afirmou nas redes sociais.

Cirurgia

Após a nova cirurgia, o presidenciável foi levado para o mesmo leito onde estava antes da operação e voltou a ter o protocolo de cuidados de UTI. Na noite de quinta, um boletim médico informou que o candidato recebeu analgésicos para controle da dor e não apresentou sangramentos, febre ou outras complicações após o procedimento.

Todos os pontos de possível obstrução foram tratados para reduzir a chance de novos problemas na região. A previsão inicial de internação era de sete a dez dias. Médicos e parentes do presidenciável disseram que essa nova cirurgia, porém, deve atrasar a alta.

Depois, o candidato será submetido a outra cirurgia de grande porte para “reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia”. A realização da operação já estava prevista para depois que o candidato tiver alta. Segundo os médicos, a cirurgia só deve acontecer daqui a dois meses. Nesse meio tempo, Bolsonaro seguirá com a bolsa externa ligada à barriga.

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