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Esporte Após quase um ano do 7 a 1, Brasil volta a um mata-mata

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Robinho tenta uma jogada contra a Venezuela. (Foto: Martin Bernetti/AFP)

Quase um ano depois do vexame na semifinal da Copa do Mundo de 2014, a seleção brasileira volta a disputar uma partida eliminatória.

Neste sábado (27), às 18h30 em Concepción, o Brasil de Dunga tem pela frente o Paraguai, pelas quartas de final da Copa América do Chile.

Do time que pode entrar em campo – o treinador, mais uma vez, não revelou a escalação –, só Fernandinho foi titular naquele 8 de julho, dia em que a Alemanha bateu o Brasil por 7 a 1, no Mineirão.

Existe a chance de David Luiz entrar como volante no lugar de Philippe Coutinho, uma opção para neutralizar a jogada aérea paraguaia.

Titular neste sábado, Willian também esteve naquele fatídico 8 de julho de 2014. Mas, diferentemente de Fernandinho, entrou no segundo tempo, na vaga de Fred.

Para Dunga, trata-se de um tira-teima. Nas quatro competições que disputou com a seleção em sua primeira passagem, de 2006 a 2010, venceu duas e perdeu duas.

Na Copa América de 2007 e na Copa das Confederações de 2009, foram cinco jogos no formato mata-mata, com quatro vitórias e um empate. “É uma adrenalina diferente [as partidas eliminatórias].”

Um dos fracassos de Dunga foi na Olimpíada de Pequim-2008, com time formado quase todo por atletas de até 23 anos – queda na semifinal para a Argentina, 3 a 0.

A derrota mais sentida, contudo, ocorreu nas quartas de final da Copa de 2010. O 2 a 1 para a Holanda, de virada, foi construído pelo rival justamente nas jogadas que o técnico teme nesta tarde: bolas aéreas. “Trabalhamos para neutralizar as jogadas dos adversários”, afirmou.

No último encontro de mata-mata entre Brasil e Paraguai, justamente numa Copa América, a de 2011, na Argentina, o jogo terminou sem gol. Nos pênaltis, a seleção comandada por Mano Menezes deu um vexame ao perder os quatro pênaltis que chutou. (Marcel Rizzo e Sérgio Rangel/Folhapress)

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