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Mundo Após três semanas negativas, bolsas de Nova York fecham em alta

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O índice Dow Jones fechou com alta de 1,19%, a 32.151,71 pontos. (Foto: Reprodução)

Os mercados acionários de Nova York registraram ganhos na sexta-feira (9). Os índices renovaram máximas e confirmaram ganhos semanais, interrompendo uma série de três semanas negativas.

O índice Dow Jones fechou com alta de 1,19%, a 32.151,71 pontos, o S&P 500 avançou 1,53%, a 4.067,37 pontos, e o Nasdaq subiu 2,11%, a 12.112,31 pontos. Na semana, os ganhos foram de 2,66%, 3,65% e 4,14%, respectivamente.

Investidores foram às compras de algumas ações consideradas “baratas”, após recuos recentes. Entre os setores, serviços de comunicação e tecnologia estiveram entre os maiores ganhos, o que impulsionou o Nasdaq. Além disso, energia exibiu ganhos sólidos, apoiados pela alta do petróleo.

Alguns analistas e investidores, porém, previam que a volatilidade deve continuar a dar o tom nas bolsas americanas. Além dos sinais do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), com aperto monetário previsto para o dia 21, havia expectativa pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) na próxima semana. O dado de inflação é visto justamente como crucial para se saber de quanto será a alta de juros deste mês do Fed.

Entre ações em foco, Salesforce subiu 3,63%, Caterpillar avançou 3,46% e Chevron, 2,58%. A ação da Intel registrou ganho de 2,31%, no dia em que o presidente dos EUA, Joe Biden, discursou em fábrica em construção da empresa em Ohio, celebrando o fato de que o setor pode crescer mais nos EUA sem precisar “fabricar na China“. Entre outras ações de peso, Boeing recuou 0,17%, Apple subiu 1,88% e Meta teve alta de 4,37%. Amazon fechou em alta de 2,66% e Tesla, de 3,60%.

Câmbio

A onda de enfraquecimento global do dólar, em dia marcado por valorização das commodities e alta firme das bolsas aqui e em Nova York, deu o tom aos negócios no mercado doméstico de câmbio na sexta-feira. Em meio a relatos de fluxo estrangeiro para ações e renda fixa domésticas, o dólar operou em baixa desde a abertura do pregão e encerrou o dia em queda de 1,13%, cotado a R$ 5,1476, com mínima a R$ 5,1422. Com o tombo desta sexta, a moeda encerra a semana em baixa de 0,72% e marca desvalorização de 1,04% no mês.

Por aqui, a deflação de 0,36% do IPCA em agosto (menor que a mediana de -0,40% de Projeções Broadcast) – aliada a núcleos ainda pressionados e avanço no índice difusão – pode dar sustentação à possibilidade de alta adicional da taxa Selic neste mês e manutenção da taxa em níveis elevados por mais tempo. Isso, em tese, desestimula posições contra o real. A semana foi marcada justamente por falas cautelosas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do diretor de política monetária da instituição, Bruno Serra. Ambos desautorizaram apostas mais contundentes em afrouxamento monetário no primeiro semestre de 2023.

Um dos gatilhos para a retomada do apetite ao risco seria a possibilidade de novos estímulos monetários na China, cuja inflação mostrou sinais de desaceleração em agosto. Profissionais também comentaram que a moeda americana vem de uma rodada expressiva de fortalecimento no exterior, o que abria espaço para ajustes e realização de lucros, apesar de o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) manter o tom duro contra a inflação e esfriar apostas em redução dos juros ao longo de 2023.

Diretor do Federal Reserve (Fed), Christopher Waller disse apoiar “aumento significativo” na reunião do BC americano no dia 21 e continuidade do processo de alta de em 2023, com juro terminal na casa de 4%. Presidente do Fed de Kansas City, Esther George defendeu “firmeza” no processo de aperto monetário. Ambos têm poder de voto este ano.

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