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Política Aprovação de Lula supera desaprovação pela primeira vez desde 2024, diz pesquisa

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Já a avaliação do governo manteve a tendência de melhora, registrada desde maio.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Já a avaliação do governo manteve a tendência de melhora, registrada desde maio. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Pela primeira vez desde 2024, o índice de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva superou numericamente o percentual de desaprovação. Os dados são de uma nova pesquisa realizada pela AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (31). O resultado do petista, no entanto, oscilou dentro do limite da margem de erro, de um ponto percentual, na comparação com o último levantamento, feito há duas semanas.

A aprovação do petista agora em é de 50,2%, ante os 49,7% contabilizados na rodada passada. O índice de desaprovação de Lula, por sua vez, passou de 50,3% para 49,7%. Já a avaliação do governo manteve a tendência de melhora, registrada desde maio. Hoje, 48,2% classificam a gestão Lula como ruim/péssima, enquanto esse índice correspondia a 49,4% dos entrevistados. Já os que consideram o governo como ótimo/bom eram 43,4%, mas correspondem atualmente a 46,6%.

A pesquisa ouviu 7.334 entrevistados entre os dias 25 e 28 de junho e tem o nível de confiança em 95%. O estudo se propõe a fornecer uma análise precisa das dinâmicas políticas no Brasil e em outros cinco países da América Latina. No Brasil, o estudo integra um conjunto de indicadores que inclui índices de aprovação presidencial, polarização política e risco social.

Eleições

Em um cenário hipotético de primeiro turno em 2026 com os mesmos candidatos de 2022, Lula sairia na frente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ao contabilizar 47,8% das intenções de voto antes os 44,2% do nome do PL, que está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa também foi a primeira vez em que o petista ultrapassou Bolsonaro desde janeiro deste ano.

Sem Bolsonaro na simulação do primeiro turno, Lula registra 48,5% e saiu na frente de outras opções da direita, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem 33%. Nesse cenário, alternativas como Pablo Marçal (PRTB) e os governadores Romeu Zema (Novo), Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Eduardo Leite (PSD) contabilizam individualmente menos de 5%.

Já em um terceiro cenário, sem Bolsonaro e Tarcísio, o desempenho mais alto da direita fica a cargo da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL), que teria 29,7%. Ela, no entanto, fica atrás de Lula, que contabilizaria novamente 48,5% das intenções de voto.

Defesa

O presidente Lula decidiu fazer um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV em defesa do ministro Alexandre de Moraes e do STF. A decisão foi tomada por Lula após o governo Donald Trump aplicar uma nova sanção contra Moraes, desta vez por meio da chamada Lei Magnitsky.

Segundo auxiliares, Lula está “indignado”. “O presidente quer solidariedade e acha que o tribunal precisa ser defendido”, disse à coluna um ministro do governo.

Este será o segundo pronunciamento do presidente em um mês. Em meados de julho, ele convocou cadeia nacional para criticar o tarifaço imposto por Trump ao Brasil.

 

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