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Mundo Argentina registra superávit fiscal pelo segundo ano seguido

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A Argentina não registrava dois anos consecutivos de resultado positivo em suas contas públicas desde 2008.

Foto: Reprodução
Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei. (Foto: Reprodução)

A Argentina encerrou 2025 com superávit nas contas públicas pelo segundo ano consecutivo. O resultado é atribuído à política de “déficit zero”, adotada pelo presidente ultraliberal Javier Milei, informou o governo nesta sexta-feira (16). No ano passado, o superávit primário alcançou 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o superávit fiscal ficou em 0,2% do PIB, segundo o ministro da Economia, Luis Caputo.

O superávit primário exclui os juros da dívida e mostra o resultado das receitas e despesas do governo. Já o superávit fiscal inclui os juros e reflete o saldo final das contas públicas. A Argentina não registrava dois anos consecutivos de resultado positivo em suas contas públicas desde 2008 e representa um leve recuo em relação a 2024, quando o superávit primário foi de 1,8% e o superávit fiscal alcançou 0,3%.

“A âncora fiscal (déficit zero) é e será uma política de Estado”, comemorou Milei em sua conta no X.
O resultado fiscal de 2025 foi sustentado por um forte ajuste nos gastos públicos, que incluiu a redução de subsídios e o congelamento de orçamentos em áreas como educação, saúde, pesquisa científica e obras públicas.

“A ordem nas contas públicas e o crescimento econômico permitirão continuar devolvendo recursos ao setor privado na forma de redução de impostos”, prometeu o ministro da Economia.

Apesar da melhora fiscal, a Argentina observou uma intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, com 52,9% da população nessa situação. Já no primeiro semestre de 2025, o percentual caiu para 31%. Os dados do segundo semestre ainda serão divulgados. A Argentina encerrou 2025 com inflação de 31,5%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado na terça-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

O resultado ficou bem abaixo dos 117,8% registrados em 2024 e é o menor valor desde 2017. Em dezembro, o indicador acelerou pelo quarto mês consecutivo, a 2,8% no mês, acima dos 2,5% registrados em novembro. Os dados do Indec mostram que o índice oficial de preços da Argentina apresentou forte melhora no ritmo mensal ao longo de 2024, primeiro ano da gestão do presidente Javier Milei.

Em 2025, no entanto, a taxa mensal permaneceu entre 2% e 3%, com poucas leituras abaixo de 2%. O cenário se tornou menos favorável a partir de maio, quando os números passaram a indicar uma aceleração gradual da inflação. No início do governo Milei, a melhora nos indicadores econômicos fez com que o líder alcançasse, em abril de 2025, um acordo de US$ 20 bilhões em empréstimos junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A primeira parcela, de US$ 12 bilhões, foi disponibilizada ao país poucos dias depois.

O repasse dos recursos representa um voto de confiança do fundo internacional no programa econômico do presidente argentino. Os valores anunciados se somam a dívidas antigas do país junto ao FMI, que já superavam os US$ 40 bilhões.

 

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8 Comentários
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Fernando Krause
17 de janeiro de 2026 13:32

“Kreusa” é a chocadeira que te defecou no esgoto da Voluntários, Vandeca Aloprada trouxotária.

Vanderlei Ochoa
17 de janeiro de 2026 11:22

E o povo?

Glaucio Dos Santos Brum
17 de janeiro de 2026 14:48

Segundo o próprio Lula, um país onde o povo tem pouco dinheiro é um país rico e um país onde o povo tem muito dinheiro é um país pobre. Parece ser essa a premissa dos esquerdistas, para afirmar que o Brasil está indo bem e a Argentina está indo mal. Esses amantes da miséria e da corrupção nunca irão aprender a matemática mais básica.

Vanderlei Stefani
17 de janeiro de 2026 18:41

🐩🐩🐩🐩🐩🐩🐩☝️

Davi Kerber
17 de janeiro de 2026 17:14

GLADIADOR DOS TECLADOS…FALA ISSO PESSOALMENTE SEU LIXO…ADORADOR DE POLITICO CORRUPTO…TU ACREDITA MESMO QUE QUANDO VIRAR CAOS ISSO AQUI VCS VÃO ESCAPAR…MAL POSSO ESPERAR POR ESSE MOMENTO SEUS LIXOS…QUEREM A ESCRAVIDÃO DO SOCIALISMO PARA O POVO MAMANDO NAS TETAS DO GOVERNO SEU PARASITA ESCROTO

Vanderlei Stefani
17 de janeiro de 2026 15:32

As cadelas do fascismo já podem se mudar pra a Argentina

Fernando Krause
17 de janeiro de 2026 15:44

As jumentas alopradas do comunismo disfarçado de “socialismo” deveriam morar na Coreia do Norte, Cuba, Venezuela, Irã., China…

Jorge Bressan
19 de janeiro de 2026 00:12

É só tirar da mão da esquerda e a coisa funcions!!

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