Quarta-feira, 02 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 1 de setembro de 2026
O tributo será aplicado a produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente
Foto: Valter Campanato/Agência BrasilCriado pela reforma tributária, o Imposto Seletivo (IS), apelidado de “Imposto do Pecado”, deve arrecadar R$ 41,9 bilhões em 2027. A previsão foi incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), enviado na segunda-feira (31) ao Congresso Nacional.

O tributo será aplicado a produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Entre eles, estão cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes, alguns tipos de veículos, além da extração de bens minerais, loterias, apostas e jogos de fantasy sports.
A cobrança começará em 2027, mas a regulamentação do imposto ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. O governo ainda não enviou a proposta específica que definirá as regras de funcionamento do tributo.
A lista prevista para o “Imposto do Pecado” inclui cigarros e outros produtos de tabaco; bebidas alcoólicas; refrigerantes e outras bebidas açucaradas; veículos, conforme características e nível de emissão de poluentes; extração de bens minerais; loterias e apostas; Bets e fantasy sports.
Segundo o Ministério da Fazenda, a estratégia inicial é preservar, durante o período de transição, uma carga tributária semelhante à atualmente aplicada aos produtos. Em uma etapa posterior, as alíquotas poderão ser elevadas pelo chamado efeito regulatório, com o objetivo de desestimular o consumo de produtos considerados nocivos.
Em entrevista coletiva para explicar o PLOA de 2027, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a estimativa de arrecadação busca preservar a carga atual incidente sobre setores que são tributados pelo IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados).
No caso das apostas, a tributação será uma novidade porque as chamadas Bets não estão sujeitas ao IPI. Segundo Durigan, o governo pretende evitar uma alíquota tão baixa que seja irrelevante ou tão alta que estimule a migração das plataformas para a ilegalidade.
O governo também utiliza argumentos relacionados aos custos provocados pelo consumo desses produtos na área da saúde para justificar a tributação.
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Na Italia, ando 2 semanas de carro e a gasolina/benzina, rende…..gastei como se fosse 30 Reais para andar 2 semanas …
Aqui, gasto 80 Reais, só para fazer a freeway……..que é a nossa melhor rodovia ….e é uma grande bosta….acumula agua, mal sinalizada, cheia de imperfeições…..UMA ESTRADA DE TERCEIRO MUNDO.
O PIOR É QUE INVENTAM , CRIAM , JUSTIFICATIVAS , PARA ROUBAR O POVO….
NA ITALIA, BEBO VINHO POR 6 EUROS, QUE AQUI CUSTA 20-30% DE UM SALARIO MINIMO…
POBRE POVO BRASILEIRO…… SE F…………..ODEU….
O “estadista” vigarista é o próprio imposto do pecado…
Cigarro, bebida e jogos, todos acabam prejudicando a saúde do cidadão. O cidadão que consome esses produtos acabam ficando doentes antes do tempo e causando um enorme.e rombo para o estado, onde o povo paga para internações, gerando um enorme prejuízo aos cofres públicos. Parab6ao ESTADISTA LULA por tentar resolver esse enorme problema.
Cada vez vao buscar mais cigarro e bebidas do Paraguay.
Entra muito cigarro e bebida do Paraguai, deveriam proibir isso com cadeia!
Aí hem, sabe tudo hem, é o sabichão hem, noooooossa que intrometido e fofoqueiro…
Não amola. Te informa. Sabidão.