Terça-feira, 20 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Artistas almoçam com juiz Sérgio Moro e declaram apoio à Lava Jato

Compartilhe esta notícia:

Artistas participaram do ato em frente à Justiça Federal de Curitiba na tarde desta segunda (8) (Foto: Paola Manfroi/RPC)

Um grupo de artistas se reuniu nesta segunda (8) com o juiz Sérgio Moro e almoçou com o magistrado num restaurante em Curitiba para declarar apoio à Operação Lava Jato e às dez medidas contra a corrupção.

Estiveram no ato os atores Luana Piovani, Suzana Vieira, Vitor Fasano, Lucinha Lins e Jorge Pontual, além do cantor Fagner – um dos favoritos de Moro, que almoçou com o juiz também no domingo (7), com direito a fotos e a uma palhinha de “Guerreiro Menino”.

“Estou aqui fazendo coro de apoio à Lava Jato e ao Sergio Moro”, disse Fagner, que em seguida cantou: “Guerreiros são pessoas / São fortes, são frágeis / Guerreiros são meninos / No fundo do peito / Precisam de um descanso”.

“Ele foi muito elegante, muito discreto, mas acima de tudo agradecido”, comentou Lucinha Lins, sobre o almoço com o magistrado.

“Ele é gentilíssimo, amoroso. Ficou encantado de a gente pegar um avião e vir até aqui”, afirmou Suzana Vieira, uma das mais tietadas por manifestantes que aguardavam o grupo. “Eu tenho certeza de que ele é abençoado.”

Moro, que recebeu os artistas em seu gabinete antes do almoço, não desceu para o ato, realizado em frente ao prédio da Justiça Federal do Paraná.

Na chegada dos artistas ao local, cerca de cem pessoas com bandeiras do Brasil, faixas e camisetas de apoio a Moro celebraram, cantaram o hino nacional e gritaram “E dá-lhe Moro, e dá-lhe Moro, olê, olê, olê” e “Justiça Federal, orgulho nacional”.

Na sequência, tiraram selfies com os atores e agradeceram pelo apoio.

VÍDEOS

Os artistas disseram representar cerca de 50 atores, que gravaram vídeos individuais de apoio à Lava Jato e às dez medidas contra a corrupção, propostas pelo Ministério Público Federal.

“Nós trouxemos aqui nesse pendrive o apoio de mais de 50 pessoas”, declarou Fasano. “É para mostrar que muitos de nós defendemos as dez medidas, sim, e queremos que elas sejam aprovadas. O recado é, inclusive, para os senhores Rodrigo Maia [presidente da Câmara] e Renan Calheiros [presidente do Senado].”

A atriz Luana Piovani disse que o grupo representava “o sentimento de todos os brasileiros”. “Cansamos desse lugar inerte de apenas lamentarmos as bandalheiras que fazem com nosso dinheiro. Sabemos as melhorias necessárias e não suportamos mais tanta corrupção.”

O grupo negou que o ato fosse uma reação ao que ocorreu com a atriz Letícia Sabatella, que na semana passada foi hostilizada durante um protesto pelo impeachment em Curitiba.

“São coisas completamente diferentes. As dez medidas são anteriores a isso”, declarou Fasano. “Nós lamentamos os xingamentos. Ela tem o direito de se expressar, tem a preferência dela. Para nós, nesse momento, o que interessa é acabar com a corrupção”, disse o ator Jorge Pontual.

Os artistas ainda se reuniriam com o procurador Deltan Dallagnol, do Ministério Público Federal – um dos idealizadores das dez medidas.

‘PIRA DA JUSTIÇA’

Aproveitando a presença dos globais, grupos de apoio à Lava Jato promoveram ainda um ato para acender a “pira da Justiça”, uma alusão à pira olímpica, que foi montada na praça em frente à sede da Justiça Federal no Paraná.

Uma tocha foi esculpida pelo artista plástico Luiz Gagliastri, natural de Curitiba – que também presenteou Moro com uma escultura em bronze representando o personagem Dom Quixote de La Mancha.

“O Moro é o Dom Quixote da Justiça”, afirmou Gagliastri. “Ele luta contra os gigantes, rompe barreiras, vence inimigos invencíveis, voa em limites improváveis.”

O ato foi testemunhado por Fagner e por Jorge Pontual. A pira, abastecida por dois botijões de gás, deverá ficar acesa ao longo da Olimpíada. “A ideia é que o espírito da Justiça permaneça aceso”, disse a jornalista Rafaela Pilagallo, uma das organizadoras.

O ato foi liderado por grupos de combate à corrupção, como o Vem Pra Rua e o Mais Brasil, e pela Abrabar (Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas). (Folhapress)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Jornal “New York Times” diz que torcida brasileira não tem etiqueta esportiva
Torcedores cobram camisa da seleção com nome de Marta
Pode te interessar