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Política Assembleia Legislativa aprova suspensão do auxílio saúde a membros do Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública

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Projetos sustam o pagamento de auxílio saúde a integrantes do Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública.

Foto: Vinicius Reis/Agência ALRS
Mulheres conquistaram 11 vagas, o que representa 20% da futura composição. (Foto: Vinicius Reis/Agência AL-RS)

Os deputados gaúchos aprovaram por unanimidade, nesta terça-feira (16), os três decretos legislativos que suspendem o pagamento de auxílio saúde a membros do Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública.

Em março, os órgãos instituíram um auxílio suplementar para custear despesas com planos médicos de servidores. Agora, poderão recorrer ao Judiciário para contestar a decisão do Legislativo.

Os deputados

Pepe Vargas (PT) explicou que sua bancada apresentou três requerimentos para sustar o auxílio saúde do Judiciário, MP e Defensoria Pública antes dos outros três requerimentos de outras bancadas que tratam do mesmo tema e que, com a aprovação dos primeiros os demais serão prejudicados. “O que este Parlamento tem que decidir hoje é se os poderes e órgãos podem criar despesas sem lei autorizativa desta Casa”, avaliou. Por fim, manifestou voto favorável de sua bancada aos PDLs.

Fábio Ostermann (Novo) lembrou que as decisões de o TJ, MP e Defensoria se autoconcederem o auxílio saúde chegaram aos parlamentares pela imprensa e tão logo viraram tema de debate da Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios. Lamentou a demora para que os PDLs chegassem ao plenário, mas manifestou convicção de que eles seriam aprovados pelos parlamentares.

Pedro Pereira (PSDB) avaliou como inadmissível que servidores com altos salários ainda recebam essa gratificação que é o auxílio saúde, que chegaria a 10% de seus vencimentos. “É uma vergonha. Não é hora para isso”, declarou. Aproveitou ainda para criticar a decisão da PGE de seguir pagando a pensão vitalícia a ex-governadores, apesar de lei aprovada na Casa extinguindo o benefício.

Também se manifestaram Mateus Wesp (PSDB), Capitão Macedo (PSL), Zilá Breitenbach (PSDB), Sérgio Turra (PP), Marcus Vinícius (PP), Giuseppe Riesgo (Novo), Any Ortiz (Cidadania), Dalciso Oliveira (PSB), Elton Weber (PSB) e Vilmar Zanchin (MDB).

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3 Comentários
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Ck Ps
17 de novembro de 2021 03:17

em razão destes privilégios o povo se volta contra os servidores públicos, mas esses privilégios são usurpados apenas por uma classe pequena e q se acha dona do estado

Cleber Viana
16 de novembro de 2021 22:28

parabéns ao legislativo

João Souza
17 de novembro de 2021 15:12

E quando vão parar de pagar ex governadores? Ou será que não tem lei que obrigue? Ou o tesouro não foi comunicado por “esquecimento”!!!!!!!!!! Me engana que eu gosto!!!!!!!

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