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Rio Grande do Sul Assembleia Legislativa gaúcha aprova proposta de alteração das regras do IPE Saúde

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A proposta aprovada pelos deputados estaduais teve 36 votos favoráveis e 16 contrários

Foto: Divulgação/ALRS
A proposta aprovada pelos deputados estaduais teve 36 votos favoráveis e 16 contrários. (Foto: Divulgação/ALRS)

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, na noite desta terça-feira (20), o plano de reestruturação do IPE Saúde. A proposta aprovada pelos deputados estaduais teve 36 votos favoráveis e 16 contrários. Com a aprovação, será ampliada de 3,1% para 3,6% a contribuição dos servidores estaduais.

Conforme o governo do Estado, a reestruturação do IPE Saúde é necessária para promover o reequilíbrio financeiro e a qualificação dos serviços prestados pelo instituto. No ano passado, o déficit da autarquia chegou a R$ 440 milhões. Além disso, a dívida com fornecedores referente a contas que excedem o prazo contratual de 60 dias totaliza R$ 250 milhões.

A proposta do Executivo retoma a alíquota de 3,6% para os titulares (atualmente em 3,1%), índice que era aplicado até 2004. A contribuição paritária do Estado aumenta no mesmo patamar.

O IPE Saúde conta com quase 6,5 mil médicos credenciados em todo o Rio Grande do Sul. O convênio é responsável pela assistência médica e hospitalar de quase 1 milhão de servidores estaduais, dependentes e pensionistas.

O novo modelo de contribuição somente passará a valer para os titulares na folha salarial seguinte à sanção da lei. Para os dependentes, depois de 90 dias após a sanção.

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Anderson Guerreiro
21 de junho de 2023 00:24

O maior devedor é o próprio Estado. Conforme as contas do presidente da Fessergs, o tesouro do estado deve ao IPERGS o valor de R$ 893 milhões; o Tribunal de Justiça, R$ 53 milhões; o Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem, R$ 24 milhões; a Assembleia Legislativa, R$ 20 milhões; o Ministério Público Estadual, 11 milhões; Tribunal de Contas, R$ 6 milhões; e a Defensoria Pública, R$ 6 milhões.
Quero ver o funcionalismo votar na direita? Todos estes ajudaram a meter a mão no bolso do funcionário do Estado.

Anderson Guerreiro
21 de junho de 2023 00:28

Este governo do PSDB e todos outros de direita, não são de agora que vem prejudicando o funcionalismo público do Estado. Estão todos juntos até na sem vergonhise.

Adalberto Meneguzzi
21 de junho de 2023 00:34

Parabéns aos ilustres deputados que aprovaram o projeto!
Afinal, por que todos os gaúchos devem pagar para o plano dos servidores?
Estes, pagam valores irrisórios para toda a família usufruir do serviço.
Se acharem ruim, paguem um plano privado ou vão para o SUS como a grande maioria dos brasileiros!

Dirce Rosenfeld
21 de junho de 2023 02:43

Eles querem fazer isso transformar a Previdência do Estado em plano de Saúde. É mais vantajoso, como fez a Associação dos Funcionários Públicos do RS. Hoje um segurado que pagava em torno de $ 300 reais paga 800 reais conforme o perfil.Tornou-se um plano privado e caro. O Ipê será o mesmo pois eles terão outro tipo de usuário com poder aquisitivo mais alto e o funcionário sem reajuste a nove anos com baixos salários será chutado para o Sus. Isso é um golpe, esperem para ver…os deputados que disseram sim ao Leite aguardem na próxima eleição…

Eloa Guterres
21 de junho de 2023 03:57

Esse é o tipo de privilégio, que poucos tem. Os quixosos, que querem ser atendidos sem pagar nada! Que façam um ano de saúde e paguem para cada um usar os hospitais particulares. É um sócio e mais penduricalho junto sem pagar nada!!

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