Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 11 de novembro de 2023
Depois que o grupo de brasileiros foi autorizado a deixar a Faixa de Gaza, a fronteira com o Egito foi fechada temporariamente na sexta-feira
Foto: ReproduçãoO embaixador do Brasil na Palestina, Alessandro Candeas, afirmou neste sábado (11) que ataques a hospitais na Faixa de Gaza impossibilitam a saída do grupo de 34 brasileiros e familiares da região pela passagem de Rafah, na fronteira com o Egito.
Segundo ele, o pré-requisito para a abertura da fronteira para a evacuação dos estrangeiros é a passagem de um comboio de ambulâncias com feridos, que têm prioridade na fila para cruzar a passagem.
“Não há perspectiva para deslocamento desses veículos, pois há hospitais cercados e atacados, sem possibilidade de transferência de feridos do Norte para o Sul da Faixa”, explicou o embaixador.
Autorizado a deixar a Faixa de Gaza na sexta-feira (10), o grupo foi obrigado a permanecer na região depois que a fronteira foi novamente fechada temporariamente. Assim que chegarem no território egípcio, os brasileiros farão um trajeto de 55 quilômetros por via terrestre até o aeroporto de Al-Arish.
Lá, uma aeronave da Presidência da República aguarda o grupo para repatriá-lo. A expectativa era de que o voo chegasse em Brasília neste domingo (12).
Além dos 34 brasileiros já autorizados a deixar a Faixa de Gaza, há um segundo grupo de cerca de 40 pessoas na região à espera de serem incluídas em uma próxima relação. A informação foi confirmada por integrantes do alto escalão do Itamaraty na sexta-feira.
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Hospitais que são bases dis terroristas.
Pode isso Arnaldo?
E a ONU eo Médicos Sem Fronteiras fazem o que lá, porque nao denunciam?
Hospitais de Gaza são depósitos de armas e foguetes dos terroristas do Hamas.
“Teoria da conspiração”
Eu acredito que estes brasileiros que lá estão são cidadãos com dupla nacionalidade e obviamente, devido a animosidade e insegurança, a dificuldade para sair é maior.