Sábado, 21 de fevereiro de 2026
Por Redação O Sul | 20 de fevereiro de 2026
Kelly Piquet, influenciadora e filha do tricampeão de Fórmula 1 Nelson Piquet, tem se destacado por demonstrar como conciliar maternidade, carreira e a vida pública é um desafio, mas também uma experiência gratificante. Em entrevista ao jornal O Globo, a modelo compartilha sua rotina de cuidados capilares, reflete sobre o empoderamento feminino e aborda as complexidades de manter o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
Cuidar do cabelo se tornou um verdadeiro reflexo da personalidade de Kelly, que revela que sempre fez questão de incluir na rotina de beleza tratamentos especiais para os fios.
“Eu amo testar produtos, mas tem uma coisa que nunca abro mão: um bom tratamento de hidratação. O cabelo sofre muito com o sol, viagens e styling, então procuro sempre usar linhas que devolvam a saúde e o brilho. A linha Siàge Nutri Rosé, de Eudora Siàge, tem sido minha aliada, pois nutre profundamente os fios sem pesar”, detalha.
Questionada sobre como a mãe, a holandesa Sylvia Tamsma, influenciou seus hábitos de beleza, Kelly revela um ensinamento que a acompanha desde a infância.
“Minha mãe sempre me ensinou que o cabelo é uma extensão da nossa personalidade. Ela cuidava com carinho e sempre dizia que brilho é sinal de saúde, não só de vaidade”, conta.
A maternidade trouxe desafios para Kelly, mas também novas formas de encarar a vida. “É um verdadeiro malabarismo (risos). Mas aprendi a aceitar que nem todos os dias serão perfeitos. Tento estar presente de verdade em cada momento, com minha família e também trabalhando”, admite.
No lançamento da nova plataforma What A Glam (W-A-G), em português Que Glamour!, Kelly expõe a sua visão sobre a importância de ressignificar o termo WAG (wives and girlfriends), que tradicionalmente se refere às esposas e namoradas de figuras públicas, muitas vezes reduzido a um papel secundário e estereotipado.
Para a influenciadora, o grande diferencial da iniciativa está em romper com essas limitações, ampliando o foco para mulheres que não são definidas por relacionamentos, mas sim pela própria ambição, autenticidade e elegância.
“O que me chamou atenção nessa iniciativa é que ela não se limita a estereótipos. Ela vai além! É sobre mulheres que têm voz, que criam suas narrativas, que trazem ambição e elegância em qualquer ambiente que ocupam. É importante porque, por muito tempo, o papel feminino ligado ao esporte ou à moda era visto como secundário, decorativo. E renovar esse olhar significa reconhecer que as mulheres são completas, com carreira, propósito e identidade. Fazer parte dessa história com Eudora me inspira porque reforça que protagonismo não é privilégio, é escolha”, declara. As informações são do jornal O Globo.
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