Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Governo americano questiona bancos no Brasil sobre aplicação de Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes

Compartilhe esta notícia:

Os bancos que receberam a comunicação são instituições financeiras brasileiras com operações nos Estados Unidos.

Foto: Rosinei Coutinho/STF
Os bancos que receberam a comunicação são instituições financeiras brasileiras com operações nos Estados Unidos. (Foto: Rosinei Coutinho/STF)

A Casa Branca já começou a conferir se os bancos brasileiros estão cumprindo de fato as exigências previstas na Lei Magnitsky, que impõe sanções financeiras a Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que conduz o julgamento de Jair Bolsonaro, aliado de Donald Trump.

De acordo com pessoas a par do assunto, os bancos brasileiros foram notificados pelo governo americano sobre o cumprimento da norma, mas o assunto é tratado com muita discrição pelas instituições brasileiras.

O documento foi enviado pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac, na sigla em inglês), que pertence ao Departamento de Tesouro dos Estados Unidos. O texto pergunta as ações que foram tomadas pelos bancos para restringir os acessos da pessoa sancionada.

Os bancos que receberam a comunicação são instituições financeiras brasileiras com operações nos Estados Unidos. Pessoas a par do assunto afirmam que, em situações como essa, o Ofac oficializa questionamentos também para bandeiras de cartão de crédito que operam com bancos locais e para instituições norte-americanas que atuam como correspondentes para operações de câmbio aos bancos locais que não têm esses canais próprios.

Pela Lei Magnitsky, a pessoa sancionada tem automaticamente congelado qualquer ativo financeiro que tenha nos Estados Unidos. A norma também proíbe instituições financeiras do país a prestar serviços ao sancionado. A sanção foi imposta a Moraes no dia 30 de julho.

A legislação americana proíbe transações financeiras com empresas dos Estados Unidos e pode impactar instituições estrangeiras que mantenham operações naquele país. Por isso, bancos brasileiros com presença nos EUA avaliam riscos de sanções secundárias caso deixem de cumprir as determinações do Tesouro.

A Magnitsky foi criada para atingir pessoas físicas e jurídicas acusadas de infringir direitos humanos ou de atos graves de corrupção. A escolha dos alvos cabe ao presidente dos EUA e a órgãos como o Departamento do Tesouro e o Departamento de Estado. O formato atual da lei foi estabelecido em 2016, na presidência de Barack Obama, e é uma das várias ferramentas de sanções a estrangeiros em vigor nos EUA.

O texto da Magnitsky afirma que empresas e pessoas físicas que mantiverem relação com alvos de sanções ficam sujeitas a uma multa de até US$ 250 mil, na esfera cível, e a uma investigação criminal que pode gerar penas de até 20 anos de prisão.

Bradesco, Banco do Brasil e Itaú não se pronunciaram. O Santander Brasil ressaltou que “não presta informações sobre temas regulatórios que envolvam matéria protegida por sigilo bancário”. “O Banco atua com rigorosa observância de todas as normas e leis locais e internacionais aplicáveis, e mantém seus processos de governança alinhados às melhores práticas globais”, acrescentou o Santander.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

11 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Fernando Krause
4 de setembro de 2025 01:35

A esquerda já deu o golpe quando o teu encantador criminoso triplamente condenado por corrupção foi liberado da cadeia.

Vanderlei Ochoa
3 de setembro de 2025 22:41

A direita golpista vai se dar muito mal…

Fernando Krause
4 de setembro de 2025 01:33

Sou brasileiro, mas não sou comunista igual a ti.

Vanderlei Ochoa
4 de setembro de 2025 00:07

Que tipo de brasileiro tu é???

Fernando Krause
3 de setembro de 2025 23:18

A Lei Magnitsky vai ser uma “pedra de tropeço” na vida financeira dos sancionados…

Vanderlei Ochoa
4 de setembro de 2025 10:44

Hahahahahah

Ale Mountain
4 de setembro de 2025 00:10

Anistia já! E MAGNITSKY para os ditadores do supremo.

Vanderlei Ochoa
4 de setembro de 2025 10:45

Tu gosta do ditado: ” todo homem de sucesso é taxado de veado, corno ou ladrão. Ainda bem que tu chama o Lula de ladrão, seu 🦌 🦌 🦌…hahahahahahahahahshshshshshhs

Marcos Alves
4 de setembro de 2025 10:12

Sei não, acho q esse Trum tá latindo muito e mordendo pouco. Esse papinho de Lei Magnistiky já vem se arrastando por meses e até agora nada. Mandaram uma frota de navios cercar a Venezuela pra explodir uma lancha com meia dúzia de supostos traficantes? Acho q esse Trump tá mais senil que o nosso Presidente LADRÃO CHACACEIRO.

Rogério Carvalho
4 de setembro de 2025 11:09

Se lascou!! ALELUIA!!!

João Fernando Zacher
5 de setembro de 2025 15:08

Os brasileiros estão nem aí para os EUA agora.
Estão aliados a China, a Rússia, Turquia, Colombia, Venezuela e outros tantos mais….tudo gente boa….
Para que ficar obedecendo leis de países ocidentais ????
Já somos comunistas. Já somos socialistas. Já somos “di maior” tá legal… “Nóifh é paífh Fhoverano” …. – Cadê minha cachaça ???- kkk

Anel para medição de glicose tem venda proibida pela Anvisa
Senar-RS chega à Expointer 2025 com mais espaços de interação
Pode te interessar
11
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x