Quarta-feira, 27 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
20°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Bancos se queixam do excesso de leis sobre a segurança em agências

Compartilhe esta notícia:

Febraban afirma que vidros blindados não podem ser quebrados em caso de incêndio. (Foto: Agência Brasil)

Os bancos têm que seguir, atualmente, 91 leis estaduais e municipais em questões de segurança nas agências, segundo levantamento do Itaú. Dessas, 76 são normas que exigem um vigilante 24h, precaução questionada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e por empresas do setor bancário.

“São leis ineficientes e que aumentam os custos. Todas as agências bancárias já têm um plano de segurança, que é aprovado pela Polícia Federal”, afirma Leandro Vilain, diretor de negócios e operações da Febraban.

Em São Paulo, 19 municípios obrigam agências a manter um segurança à noite. No Rio Grande do Sul, são 25. “Nós gastamos R$ 9 bilhões por ano com 68 mil vigilantes. Não falta segurança”, diz Vilain.

Há, no País, cinco leis obrigando a instalação de películas fumê nas janelas, oito determinando que os vidros sejam blindados e duas exigindo escaneamento corporal dos clientes, e 58 projetos de lei sobre os mesmos temas.

A Febraban afirma que vidros blindados não podem ser quebrados em caso de incêndio, criando a necessidade de uma saída extra, o que diminuiria a segurança. O vidro fumê, por sua vez, diminuiria a visibilidade.

Nenhuma das leis citadas se aplica à cidade de São Paulo. No Estado, Campinas, Sorocaba, Taubaté, Araraquara e Guarujá aderem às leis de vigilância 24h nas agências.

Quer pagar como?

Cartões de crédito “private label”, que levam o nome de uma marca varejista, ganharam mercado com a diminuição da quantidade daqueles de grandes bandeiras cuja emissão é feita por bancos.

No ano passado, houve redução de 1,88% no número de cartões das seis principais empresas do mercado, segundo dados do Banco Central.

“Bancos ficaram mais cautelosos. Lojas têm menos risco porque o limite de crédito é menor”, afirma Daniel Lecuona, sócio da consultoria GL Cards and Payments.

Em porcentagem de vendas, os “private label” chegaram a R$ 88 bilhões, ou 7,1% do mercado total, segundo Boanerges Freire, sócio da consultoria em varejo financiro que leva seu nome.

“É um segmento menor e por isso, o crescimento é mais rápido. Há procura de varejistas que querem viabilizar o consumo dos clientes.”

Indústria de tintas projeta primeira alta desde 2014

Após três anos seguidos de resultados negativos, a indústria de tintas prevê um crescimento no volume produzido em 2017, segundo a Abrafati (associação do setor).

A projeção é que haja um aumento de pelo menos 1,3% em relação ao ano passado, o que representaria uma produção de 1,52 bilhão de litros.

Em 2016, a receita da indústria foi de R$ 11,8 bilhões.

“Houve uma sequência muito ruim de retrações. O ano passado foi extremamente negativo, tivemos uma queda de 6,4%”, afirma Antonio Carlos de Oliveira, presidente-executivo da entidade.

A produção ficou estagnada no primeiro semestre, mas há uma demanda reprimida no setor imobiliário, que deverá alavancar os negócios no fim do ano, diz Oliveira.

“Começamos a sentir uma recuperação, sobretudo no setor automotivo voltado para exportação”, afirma Marcio Grossman, presidente da PPG Brasil e Cone Sul.

O segmento industrial, que inclui equipamentos agrícolas e linha branca, também já registra alta em 2017, diz ele. (Mercado Aberto/Folhapress)

tags: segurança

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Nave russa que perdeu controle se desintegra na atmosfera terrestre
Mulher de Mujica corre por fora em disputa para Prefeitura de Montevidéu
Pode te interessar