Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 19 de maio de 2025
Bolsonaro e outros sete aliados se tornaram réus, em março, no âmbito da investigação sobre um suposto plano de tentativa golpe de Estado
Foto: PR/ArquivoO ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanha por videoconferência nesta segunda-feira (19) a oitiva das testemunhas arroladas pela PGR (Procuradoria-Geral da República) no julgamento do núcleo 1 do processo que apura suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Cinco testemunhas de acusação participam da audiência nesta tarde. São elas:
Éder Lindsay Magalhães Balbino: empresário que teria ajudado a montar um falso dossiê apontando fraude nas urnas eletrônicas;
Clebson Ferreira de Paula Vieira: analista de inteligência da Coordenação-Geral de Inteligência do Ministério da Justiça, ele teria sido responsável por elaborar levantamento com municípios em que Lula e Bolsonaro concentraram votação superior a 75% no primeiro turno da eleição presidencial de 2022;
Adiel Pereira Alcântara: ex-coordenador de Análise de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal, ele teria atuado para dificultar o deslocamento de eleitores no segundo turno;
Marco Antônio Freire Gomes: ex-comandante do Exército, ele teria sido pressionado a aderir à suposta trama golpista;
Carlos de Almeida Baptista Júnior: ex-comandante da Aeronáutica, ele também teria sido pressionado a participar da trama.
Nesta fase, os juízes-auxiliares do gabinete do ministro Alexandre de Moraes conduzem os depoimentos. Todas as audiências serão realizadas por videoconferência e acompanhadas pelas defesas dos denunciados, além de representantes da Procuradoria-Geral da República.
Bolsonaro e outros sete aliados se tornaram réus, em março, no âmbito da investigação sobre um suposto plano de tentativa golpe de Estado. O julgamento, realizado pela Primeira Turma do STF, foi unânime.
O ex-presidente é acusado dos seguintes crimes: organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; deterioração de patrimônio tombado. Se condenado, a pena pode chegar a 39 anos de prisão.
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De cu tu entende né.
Daqui a pouco já inventa outro problema no cu para ficar no hospital esse bosta.
Os comandantes falaram a verdade, o xandi ficou brabo.