Sexta-feira, 24 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 24 de novembro de 2020
Em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que considera a possibilidade de filiar-se a outro partido
Foto: Carolina Antunes/PRO presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (23), que “não é fácil formar um novo partido”, mas que mantém o objetivo de criar o Aliança pelo Brasil, projeto divulgado desde que deixou o PSL, em 2019.
Em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que considera a possibilidade de filiar-se a outro partido. Essa decisão pode sair em março do próximo ano. “Não é fácil formar um novo partido hoje em dia. A gente está tentando. Se a gente não conseguir, em março a gente vai escolher uma nova opção”, afirmou.
As dificuldades de criar o partido e e os resultados das eleições municipais de 2020 fazem com que o presidente e conselheiros mais próximos mantenham abertas as portas de outras legendas, que podem abrigar o projeto político de Bolsonaro para 2022.
Um dos articuladores do grupo explica que conforme o tempo passa, mais o “Plano B vai virando Plano A”. São, portanto, reais as chances de a família migrar para um partido já existente para as eleições de 2022, quando o presidente deve disputar a reeleição.
Na corrida para atrair o presidente, o Patriotas, o PTB e o PSL, que já falaram com interlocutores de Jair Bolsonaro. Também há chances para Republicanos, PRTB e até o Democracia Cristã, que corre por fora.
Bolsonaro não está filiado a nenhum partido desde novembro de 2019. Os filhos Carlos, reeleito vereador no Rio, e Flávio, senador, se filiaram ao Republicanos. Eduardo é o único que permanece no PSL, para não perder o mandato de deputado federal.
Apesar do rompimento do ano passado, o clima com Luciano Bivar, presidente do PSL, está ameno, segundos fontes. O impasse de uma refiliação, no entanto, é a permanência no partido de antigos aliados que se transformaram em adversários políticos, como a deputada Joice Hasselmann e o senador Major Olímpio. O clima entre esses adversários e a família Bolsonaro segue sendo o “problema” para uma reconciliação com o PSL.
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IN CAUSA NOMINO, PATRIOTA PRESIDENTE, CREMOS QUE AFORA O ” AVANTE PELO BRASIL ” , NÃO VISLUMBRAMOS NENHUM PARTIDO DECENTE NO CENÁRIO NACIONAL , POIS + DE 50% DAS SENTINELAS DO VELHO BRASIL , DO ATRASO, CONCHAVOS, FALCATRUAS, MARACUTAIAS E CORRUPÇÃO DO APARELHADO CONGRESSO NACIONAL RESTANTES , SERÃO RENOVADOS NO PRÓXIMO PLEITO, ENTÃO NÃO CAI NO CANTO DA SEREIA , POIS V.EXCIA. TEM O APOIO DE 57,5 MILHÕES DE PROBOS BRASILEIROS, E CRESCENDO, MESMO COM ESSA PANDEMIA.
vai pro PTB
VAI PARAO PP (PARTIDO DA PROPINA) O PARTIDO MAIS SUJO DO BRASIL E NÃO É DE SE ESPANTAR PORQUE UM ESTELIONATÁRIO DESSES MERECE GENTE ASSIM.
Complicada essa questão. Qndo os presidentes tiveram vínculos fortes com partidos políticos tivemos essas desgraças do PT, próprio PMDB e PSDB, eis q são partidos com ideologias muito fortes, os dois últimos até q conciliaram alguma agenda econômica e desenvolvimento com ideologia partidária, já o PT tinha por objetivo roubar e saquear o país para se manter no poder, tipo o parasita querer matar o hospedeiro mesmo. Já no caso do atual Presidente, sem um vínculo partidário forte, parece q fica meio q sózinho, e sem nenhum tipo de pragmatismo político, tanto q como deputado trocou de partido diversas vezes…mas,… Leia mais »