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Brasil Bolsonaro admite problemas na articulação política, mas diz que Onyx está fortalecido

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Ao menos 75 nomes foram indicados à Casa Civil, comandada por Onyx Lorenzoni (D), desde março. (Foto: EBC)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, admitiu nesta sexta-feira (21) que o governo tinha problemas na articulação política, mas fez questão de dizer que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, está fortalecido.

“Não há previsão de mudar mais ninguém, tínhamos problemas na articulação política em parte sim”, disse o presidente em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Nesta semana, o governo editou uma nova medida provisória na qual transferiu a articulação política da Casa Civil para a Secretaria de Governo. Bolsonaro disse que o general Luiz Eduardo Ramos, que está assumindo a Secretaria de Governo no lugar do general Carlos Alberto Santos Cruz, “é uma pessoa perfeitamente qualificada em ter um melhor relacionamento com o Parlamento brasileiro”.

O presidente afirmou que o general Ramos, que é seu amigo desde 1973, teve uma passagem em assessoria parlamentar por dois anos e vasta experiência em outras áreas.

Bolsonaro disse que há três ministérios no Planalto – Secretaria de Governo, Casa Civil e Secretaria-Geral da Presidência – que são “fusíveis”. “Para evitar queimar o presidente, eles se queimam”, avaliou.

Para o presidente, a função que Onyx Lorenzoni vinha desempenhando é a “mais complicada”. Bolsonaro disse que foi decidido passar a articulação política para a Secretaria de Governo e repassar o PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) para a Casa Civil.

“Ele está fortalecido no meu entender, aqui não tem ministro fraco ou forte, todo mundo tem que jogar junto nesse time”, declarou. O presidente afirmou que Onyx continuará o seu trabalho.

Ele disse que não levará adiante a proposta de criação de um Conselho de Articulação Política, que teria a participação de dirigentes partidários e poderia ajudar na construção de uma base aliada no Congresso Nacional. “Natimorto, não deu certo e vimos que depois do anúncio não ia dar certo e ia apenas burocratizar”, explicou.

“Besteiras”

Uma semana após a sua demissão da Secretaria de Governo da Presidência da República, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz criticou o governo de Jair Bolsonaro por perder tempo com “bobagens” quando deveria priorizar questões relevantes para o País.

“Tem de aproveitar essa oportunidade para tirar a fumaça da frente para o público enxergar as coisas boas, e não uma fofocagem desgraçada. Se você fizer uma análise das bobagens que se têm vivido, é um negócio impressionante. É um show de besteiras. Isso tira o foco daquilo que é importante. Tem muita besteira. Tem muita coisa importante que acaba não aparecendo porque todo dia tem uma bobagem ou outra para distrair a população, tirando a atenção das coisas importantes. Tem de parar de criar coisas artificiais que tiram o foco. Todo mundo tem de tomar consciência de que é preciso parar com bobagem”, disse Santos Cruz.

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