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Política “Mesmo preso, Bolsonaro continua líder da direita no Brasil”, diz o filho Eduardo

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Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde fevereiro. (Foto: Arquivo/OSul)

Durante participação no maior fórum de conservadorismo político do mundo, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mantem seu status de principal líder da direita no Brasil, mesmo preso. “É claro que ele fala de política com as visitas que recebe”, complementou.

O evento em questão é o Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), encerrado neste fim de semana em um hotel de Dallas, no Estado norte-americano. Eduardo permanece nos Estados Unidos há um ano, período durante o quel se tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de coação.

Ele tem evitado comentar quem deveria ser o vice em uma eventual chapa de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República na eleição deste ano. Não esconde, porém, que sua preferência no PSD é pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, em vez do gaúcho Eduardo Leite – que tenta se apresentar como uma espécie de “terceira via” à polarização política no País.

Com a saída de Ratinho Junior da disputa, Eduardo acredita que o caminho esteja pavimentado para Caiado. “Não considero o Eduardo Leite de direita. Ele é um social-democrata, um nome bonitinho para ‘socialista’, que é igual ao ‘comunista’.”

Articulações na prisão

Sobre a recente decisão de Alexandre de Moraes, do STF, de conceder a prisão domiciliar a Bolsonaro por 90 dias, Eduardo volta a acusar o ministro: “Ele já conseguiu o tempo de vida de Bolsonaro com esse estresse todo, em uma condenação surreal e uma prisão ainda mais desnecessária”.

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por comandar uma tentativa de golpe de Estado após a derrotas nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão aconteceu após o ex-presidente ter sido diagnosticado com pneumonia bacteriana por broncoaspiração – ele obteve alta na sexta-feira (27).

Para o filho e ex-deputado, a reclusão domiciliar permite que o ex-presidente tenha acesso a um acompanhamento médico mais próximo de casa, “eventualmente indo para o hospital na mesma hora” quando necessário. “É claro que vão falar de política, afinal meu pai continua sendo o líder da direita no Brasil.”

No início do ano, quando já cumpria pena na Papudinha, Bolsonaro chegou a ser procurado por 25 pré-candidatos em busca da “bênção” do ex-presidente. Agora, a decisão de Alexandre de Moraes autoriza somente visitas de filhos, advogados, médicos e fisioterapeuta.

Eduardo se esquiva, até o momento, em apontar quem deveria ser o nome indicado para vice de seu irmão, Flávio, ao Palácio do Planalto: “Depende mais do entorno dele, do Rogério Marinho [coordenador da campanha do PL]. A minha parte é internacional”.

Flávio já afirmou que, se o irmão for eleito, ele será o ministro das Relações Exteiores – após ter agido contra os interesses do País, dizendo-se coprotagonista de uma suposta articulação política que teria levado o governo do presidente norte-americano Donald Trumo a impor tarifas adicionais a produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. (com informações do jornal Folha de S.Paulo).

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Wilson Rodrigues da Luz
29 de março de 2026 13:35

Eduardo Bolsonaro, é um vagabundo, que já deveria está preso. EDUARDO BOLSONARO é um camarada, que viajou aos Estados Unidos, e pediu ao presidente dos Estados Unidos DONALD TRUMP que TACHAR-SE as exportações do Brasil, em 505. Dando dessa forma um enorme prejuíso aos nossos exportadores.

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