Segunda-feira, 08 de junho de 2026
Por Cláudio Humberto | 16 de julho de 2021
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Eleito presidente da República em uma campanha que custou R$ 2 milhões, o presidente Jair Bolsonaro deve vetar o valor absurdo de R$ 5,7 bilhões que o Congresso pretende extrair dos cofres públicos para financiar a campanha eleitoral deles próprios e dos aliados, em 2022. Ao menos esta é a expectativa dos próprios ministros e assessores do Planalto. O valor é quase o triplo dos R$ 2 bilhões de recursos públicos distribuídos a partidos e candidatos na campanha eleitoral de 2018.
Que derrubem o veto
Se o veto for derrubado, o que é provável, tal a gula por dinheiro público na campanha, o ônus da tunga será exclusivamente dos parlamentares.
Campanhas mais baratas
Os R$ 5,7 bilhões são absurdos porque as campanhas estão cada vez mais baratas, em razão do papel preponderante das redes sociais.
Muitos votos, pouco gasto
A campanha da deputada estadual recordista em votos, Janaína Paschoal, em São Paulo, custou cerca de R$ 50 mil.
Eles têm a chave do cofre
O Fundo Eleitoral eliminou os intermediários (empreiteiras etc) e deu à classe política nada menos do que a chave do Tesouro Nacional.
Casos da Covid estão no menor nível desde fevereiro
O Brasil registra atualmente o menor patamar de casos ativos da Covid-19 desde o dia 22 de fevereiro. Até ontem, havia mais de 813 mil casos sem desfecho da doença no País. Há 143 dias eram 811 mil. No último dia 11 de julho, o País registrou menos de um milhão de casos ativos pela primeira vez desde 5 de maio, quando 992 mil estavam infectados.
Cerca de 120 milhões de brasileiros (41,5% da população) já receberam ao menos uma dose e 32,5 milhões estão totalmente imunizados.
Com uma dose
Até ontem, 87 milhões de brasileiros que receberam ao menos uma dose desde o início da campanha nacional de vacinação.
Semanas de queda
Desde 27 de junho o número de pessoas doentes vem caindo no Brasil, quando quase 1,3 milhão de brasileiros estavam infectados.
Distribuição rápida
Já foram distribuídas aos Estados mais de 153 milhões de doses de vacinas, segundo o Ministério da Saúde.
A Viúva escapou
O depoimento de ontem na CPI da Pandemia, como aquele do cabo da PM metido a sabido, serviu para mostrar o de sempre: espertalhões tentando levar algum da Viúva. Só que, desta vez, não levaram.
Ladrões blindados
Proposta de uma deputada do PCdoB discrimina militares, proibindo-os de ocupar cargos públicos por dez anos, após a aposentadoria. PEC para manter políticos ladrões longe dos cofres públicos, como aqueles que seu partido apoiou nos governos do PT, necas de pitibiriba.
Só pensam naquilo
Agora que consolida a candidatura ao Planalto, o presidente do Senado, Rodrigo Cunha, é criticado por prorrogar a CPI da Pandemia. Afinal, ele seria agora um dos principais interessados no desgaste do rival de 2022.
Por que não?
Com aeroportos, shoppings, feiras, academias, escolas etc. lotados como se não houvesse pandemia, é até infantil a crítica à presença de público no jogo Flamengo vs. Defensa y Justicia, quarta (21), em Brasília. Mas só terá acesso quem mostrar teste negativo e vacinação completa.
São Paulo avança
São Paulo será o primeiro a atingir a marca de 30 milhões de doses de vacinas aplicadas na população. É o Estado que proporcionalmente mais aplicou primeiras doses: 48,7% da população.
Férias e retomada
Os 3,4 milhões de alunos da rede estadual de ensino de São Paulo entram de férias a partir desta sexta-feira. O retorno está previsto para o dia 2 de agosto, quando as aulas devem voltar a ser presenciais.
Sem espaço vazio
Após a nomeação de André Mendonça para o STF, advogados da União e procuradores da Fazenda Nacional se movimentam para emplacar o substituto no cargo de Advogado-Geral da União.
Brasil na Guerra
Completa 77 anos nesta sexta-feira (16) o desembarque da primeira legião da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Itália, para se juntar aos exércitos Aliados, durante a Segunda Guerra Mundial.
Pensando bem…
… às vezes a CPI da Pandemia parece investigar a Corrupção Porcina, aquela que foi sem nunca ter sido.
PODER SEM PUDOR
Editando o Diário Oficial
Político folclórico do Rio Grande do Norte, o major Teodorico Bezerra não poupava esforços quando queria ajudar Santa Cruz, município de sua base eleitoral. Reza a lenda que, ao ser informado de que a vizinha Nova Cruz ganharia agência dos Correios, foi à editora do Diário Oficial e mandou trocar Nova por Santa. Santa Cruz ficou com o posto da ECT. Questionado por um adversário, anos depois, Teodorico demonstrou sua habilidade política: “Sou um homem de 75 anos, de modo que só lembro do que aconteceu de seis horas da manhã para cá.”
Com André Brito e Tiago Vasconcelos
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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Na verdade tinham que acabar com essa vergonha. Se qualquer cidadão ou partido pretende uma candidatura que façam por si mesmos, não tem que usarem fortunas do dinheiro público o qual poderia estar sendo utilizado em benefício dos cidadãos.
Com o custo de R$ 38,51 (trinta e oito reais e cinquenta e um centavos) por cada voto brasileiro, os parlamentares enlouqueceram…. Ainda tem a abstenção de 20,3% daí então chega a quase 50 conto. Vão se catar…. Quero o valor de meu voto, para comprar comida!!!!!!
LOQUINHO muito estranho, você sempre foi a favor dos corruptos e vagabundos, o Lula vei te deserdar, não vai mais deixar você ficar pendurado KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Certamente quer dindin do privado patrocinando suas campanhas. Já se sabe no que deu…
É claro que o Presidente vai Vetar…. Mas a idéia destes criminosos quadrilheiros dos partidos…é tão somente desgastar politicamente o Presidente…..com este Veto…
Ou seja são mafiosos atuando o tempo todo , contra o Brasil e os brasileiros….
O NOME DO PRESIDENTE DO SENADO É RODRIGO PACHECO, E NÃO RODRIGO CUNHA, E ESSE PODER SEM PUDOR, JÁ LI A SEMANA PASSADA AQUI NA COLUNA
Ao contrário do ladrão mor e sua quadrilha mafiosa, é possível se eleger com campanhas enxutas e sem roubar!
O “fundão” partidário deve ser usado para custear o voto impresso juntamente com a urna eletrônica para as eleições de 2022.
O Presidente tem o dever de vetar, e se derrubarem o veto, que os deputados e senadores , apontem a fonte de receita??Pois dinheiro público é para SAÚDE, EDUCAÇÃO, INFRAESTRUTURA E SEGURANÇA, e não para financiar campanha política de VAGABUNDOS E CORRUPTOS!!
Muito bom Tecladista Flxc. Mas com a Ondina não adianta nada. Ela durante suas diarréias mentais, só falta dizer que gostária de “servir ???” ao Lula.