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Brasil Bolsonaro disse que vai demitir ministro que usar cargo no governo para eleição

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Presidente também criticou o governador de São Paulo, João Doria, sobre uso de seu nome na campanha de 2018: 'não autorizei'. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Cauteloso ao comentar possíveis apoios a candidaturas nas eleições municipais de 2020, o presidente Jair Bolsonaro deu um recado para os ministros de seu governo que têm pretensões eleitorais neste ano e prometeu demitir quem usar o ministério para influenciar as disputas. “Abra o jogo, se não vai pegar cartão vermelho de primeira”, afirmou em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo” publicada nesta quinta-feira (6).

Apesar da advertência, Bolsonaro diz não ver movimentação por parte de nenhum integrante das 22 pastas existentes  para ser vereador ou prefeito. “É direito deles, mas usar o ministério não posso admitir”.

Mais tarde, Bolsonaro afirmou que irá estudar se o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, privilegiou seu Estado natal, o Rio Grande do Sul, em ações do ministério, com o objetivo de se cacifar para eleições.

Sobre a sua influência na corrida eleitoral, Bolsonaro deixou no ar se pretende apoiar, por exemplo, o pré-candidato a prefeitura de São Paulo José Luiz Datena. “Venho conversando com ele”.

Acusado pelo governador de São Paulo, João Doria, de manter um discurso populista sobre zerar tributos federais para diminuir o preço do combustível,  Bolsonaro se irritou durante a entrevista. “Vamos falar de coisa séria? Não me vem falar desse nome para mim. Pergunte se ele sabe o que é  ‘Bolsodoria’ e se eu autorizei a usar alguma vez na vida”.

Sobre o registro do Aliança pelo Brasil, novo partido do presidente, a tempo de concorrrer nas eleições municipais, Bolsonaro acha pouco provável. “É possível, mas é muito difícil”. Nesta semana, o líder do PSL na Câmara dos Deputados, Eduardo Bolsonaro (SP), defendeu que a legenda comece a disputar eleições apenas em 2022.

Confira outros trechos da entrevista:

Segundo ano de governo

“Temos a reforma tributária conduzida pela equipe econômica — e não importa quem vai ser o pai da criança, se a Câmara ou o Senado. Eu quero é fazer depois de 30 anos uma reforma tributária que nunca foi feita.”

Nome para o Supremo

“No momento, tenho três “supremáveis”. Pode ser que apareça um quarto.”

Mudança do critério 

“(Pela proposta) eu não escolheria um nome da lista tríplice, quem vai escolher é o Senado. A regra não pode mudar com o jogo andando. Haveria reação da sociedade.”

Diretrizes para Regina Duarte

“Até a consumação do ato, o casamento pode ser desfeito (a nomeação de Regina ainda não foi oficializada). Nós estamos abrindo para ela o que é a Cultura. Estamos nos dando muito bem.”

Denúncias envolvendo auxiliares

“A denúncia que porventura chega, muitas vezes é “fake”. Não posso agir somente por ver uma matéria no zap (WhatsApp), no Facebook de alguém, na imprensa. Até porque tem muita contrainformação. o que aconteceu até agora? (envolvendo a equipe). Nada.”

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