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Notícias Bolsonaro diz que a violência passou do “absurdo” e que quanto mais se recua, “mais os criminosos avançam”

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Jair Bolsonaro demonstrou otimismo em relação à possibilidade de vitória no próximo domingo. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira que a violência no Brasil já passou da linha do absurdo e que quanto mais se recua, “mais os criminosos avançam”. Ele defendeu mudanças no que chamou de “cultura de defesa dos direitos humanos”.

“A violência no Brasil já passou da linha do absurdo há muito tempo e, quanto mais recuamos, mais os criminosos avançam, e eles sabem disso. Leis, normas e diretrizes colocam cada dia o cidadão mais vulnerável a quem quer praticar um crime”, disse o candidato em um post fixo no Twitter, também reproduzido no Facebook.

O candidato defendeu: “Com uma presidência, o Congresso e demais órgãos públicos atendendo essa demanda da população, sem dúvida, todos ganharíamos.”‬

Jair Bolsonaro não teve atividades de campanha na rua na manhã desta segunda-feira. Ele continua conversando com os eleitores pela internet. “Somente transformando a cultura da defesa de direitos humanos que defende somente o direito de quem não era para ter tal representatividade excessiva é que iniciaremos o verdadeiro desenvolvimento social e econômico em nosso país”, escreveu no Twitter.

Em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Bolsonaro recebeu a visita do jurista Ives Gandra e do senador Magno Malta (PR-ES).

Durante o fim de semana, Bolsonaro disse que, se eleito, o astronauta Marcos Pontes será o provável ministro da Ciência e Tecnologia.

No domingo, em uma rápida entrevista, Bolsonaro não quis antecipar outros nomes para sua equipe de governo e disse que vai manter a estratégia de campanha na reta final. “Não, eu só vou falar em ministro depois das eleições, caso eu seja eleito, obviamente”, afirmou.

“É continuar fazendo o que eu fiz ao longo dos últimos 4 anos. A estratégia foi lá atrás. Ter a nossa bandeira, a verdade acima de tudo e tratar todo mundo com respeito e consideração”, disse o candidato.

Otimismo

Bolsonaro demonstrou otimismo em relação à possibilidade de vitória no próximo domingo. Nas redes sociais, ele aproveitou para criticar, de forma indireta, os partidos que usam vermelho como cor oficial.

“Estamos iniciando a última semana a caminho de, se Deus quiser, nossa nova Independência! Vamos tirar o Brasil do vermelho e devolvê-lo aos brasileiros.”

O candidato do PSL afirmou ter conversado, por telefone, com o presidente do Paraguai, Mario Abdo. Em um Twitter, reproduzido na conta de Bolsonaro, Abdo agradece a conversa e disse que ambos falaram sobre o fortalecimento das relações entre Brasil e Paraguai.

Depois do primeiro turno das eleições, Bolsonaro conversou com o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Assessores de Macri elogiaram o diálogo, informando que havia confiança do governo argentino nos avanços do Brasil.

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