Segunda-feira, 18 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 30 de outubro de 2022
O presidente Jair Bolsonaro (PL) deixará os palácios do Planalto e da Alvorada na manhã do dia 1º de janeiro e entrará para a História como o primeiro ocupante do cargo a tentar e não conseguir se reeleger desde 1998, quando titulares do Executivo passaram a poder disputar um segundo mandato consecutivo.
Concorrer no posto naturalmente dá uma vantagem a quem tenta a reeleição. No entanto, Bolsonaro terminou o primeiro turno atrás do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preferido pelos eleitores brasileiros.
Bolsonaro chega ao fim da campanha e à reta final de sua gestão limitada aos quatro anos do primeiro mandato sem ter conseguido reduzir a rejeição de cerca de metade da população, segundo as pesquisas, que o derrotou. Entre as mulheres, a recusa é ainda maior.
Por outro lado, sai das urnas com percentuais bem mais altos que o apontado nas sondagens a poucas semanas do primeiro turno e deixa eleita uma forte bancada no Congresso, o que vai ajudar a manter vivo o bolsonarismo.
Antecessores
O primeiro presidente a concorrer à reeleição foi Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que venceu a disputa com tranquilidade, ainda no primeiro turno, em 1998. Em 2006, Lula foi ao segundo turno com Geraldo Alckmin (na época no PSDB, e hoje seu vice) e também venceu com facilidade.
Com um governo mal avaliado, Dilma Rousseff (PT) teve a reeleição mais complicada. Superou Aécio Neves (PSDB) no segundo turno com uma margem apertada de cerca de três pontos percentuais.
Apesar de todos os principais institutos de pesquisa indicarem, desde o ano passado, a liderança de Lula, Bolsonaro preferiu desqualificar os levantamentos que também apontavam uma avaliação predominantemente negativa de sua gestão e estilo de governar, insistindo sempre que seria vitorioso ainda no primeiro turno. Mas o resultado não surpreendeu aliados.
Às vésperas do primeiro turno, vários deles já deixavam claro, reservadamente, que a vitória se tornava um objetivo cada vez mais distante com os tropeços do presidente e a insistência em radicalismos que dificultaram ganhar o voto de eleitores indecisos que tendiam ao centro.
Dentro e fora do núcleo duro bolsonarista, sobrepõe-se a percepção de que Bolsonaro foi abatido pelos próprios erros. Reiteradamente, aliados apresentavam ao presidente dados para convencê-lo de que teria de demonstrar maturidade e temperança para conquistar mais um mandato.
Pesquisas internas deixavam claro que os reiterados ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e à confiabilidade das urnas eletrônicas agitavam os apoiadores, mas não lhe traziam os votos necessários para levar a corrida para o segundo turno.
Nem a aliança com o Centrão, que lhe garantiu uma estrutura de campanha profissional e base no Congresso para aumentar gastos públicos, foi suficiente para superar os passivos políticos. Não foram poucos os alertas de que era preciso deixar o candidato de 2018 no passado para superar os desgastes de uma gestão marcada por crises.
Um roteiro que incluía investigações de seus filhos, suspeitas de corrupção e declarações condenáveis sobre a pandemia, que levou a vida de 680 mil brasileiros.
As frases infelizes e a cena em que o presidente da República imita alguém com falta de ar numa live foram amplamente exploradas por adversários, principalmente Lula. Na reta final, Boslonaro ensaiou um pedido de desculpas, mas o estrago na popularidade estava cristalizado.
Para além da forma como o presidente encarou o coronavírus, a pandemia agravou a crise da economia, que já tinha dificuldades de reagir antes do vírus. A esse aspecto se somam falhas de comunicação, de acordo com a avaliação do próprio QG bolsonarista.
Internamente, acredita-se que o Executivo não conseguiu divulgar com eficiência as realizações dos últimos três anos e dez meses. Parte dessa conta chega agora, na opinião dos próprios aliados: os feitos da gestão são desconhecidos da população e, consequentemente, as promessas do candidato à reeleição foram vistas com desconfiança.
Medidas econômicas anunciadas às vésperas do período eleitoral, como aumento do Auxílio Brasil para R$ 600 e a redução do preço do combustível, foram vistas como eleitoreiras e não reverteram votos para Bolsonaro. Na opinião de aliados do próprio presidente, também faltou tratar do que interessava a grande parte da população: combate à fome, educação e saúde, temas pouco tratados pelo candidato à reeleição, que insistia em propagar teoria das conspirações.
O aumento do tom nos ataques a Lula, a quem o presidente insistiu em chamar de “ladrão” e “ex-presidiário” nos debates e em diferentes ocasiões, também não surtiram o efeito esperado.
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Eu confio nas FORÇAS ARMADAS
Tá na hora do Jair miliciano ir embora. A partir de janeiro, processo e jaula pro coveiro. Ou a milicada vai salvar a pele do Jair de novo, como em 89, quando inocentado pelo supremo tribunal militar e solto pela corte ( Jair também é ex-presidário e ” descondenado”)? Viva o nordeste! Finalmente o Moro achou o triplex do Lula!
Kkkkk….
Janeiro de 2023 vamos ter de Presidente do Brasil LULADRÃO o maior corrupto que o mundo já viu. Tenho vergonha de ser Brasileiro e LULADRÃO somente não está na cadeia por amigos do STF. COVID CHINES derrubou TRUMP & BOLSONARO.
Vão fazer copa do mundo e Olympiadas para roubar.
BELEZA os filhos do LULADRÃO VÃO FICAR MAIS MILIONARIOS….
Kkkkk…..
E CLARO DEVE FRAUDE NAS ELEIÇÕES
imaginem, com toda máquina pública, 600 reais de auxílio, tirou imposto dos estados p baixar gasolina e n foi reeleito!!!!! Ele tentou tudo de tudo e n conseguiu a reeleição, sinal q a rejeição do Bolsonaro era mto grande
Bolsonaro agora vai fazer motociatas com o teu dinheiro. Usou di heiro público para comprar votos na cara dura. Taxistas e caminhoneiros. Eses dois tem profissões e nunca fora coitados sem nada!! Mas esse pilantra achou melhor dar dinheiro público para eles em compra de votos. Um taxista que peguei sexta-feira me falou que ia aplicar o dinheiro que ganhou do Bolsonaro, pois ele como tantos outros nao precisavam desse auxílio!!
O partido povista aguenta o tranco.
exatamente, eu quis dizer isso. Até pouco tempo Bolsonaro criticava qquer auxílio, mas para se segurar no poder ele aumentou justamente para comprar votos.
Ck Ps, Bolsonaro, nao deu nada! Esse dinheiro é dos nossos impostos. Ele fez sim foi compra de votos! Sem falar no rombo das contas públicas em torno de sete Trilhões!!! Tem ideia o que esse incopetente fez????
Lula vai passificar o Brasil. Lula, Lider e ESTADISTA.
Bolsonaro frustrou a esperança de quem nele votou. Perdeu para ele mesmo e para o ódio que semeou. Paz, educação e trabalho. Viva o Brasil.
No Brasil o crime compensa, recompensa, e até elege bandidos e criminosos condenados, que vão “voltar à cena do crime”.
Quem sabe os “diálogos cabulosos” PT/PCC possam contribuir ainda mais para isso…
Ainda tenho esperança que os eleitores do Bozo fiquem envergonhados por se alinharem ao um misógino, racista, homofóbico, mentiroso, miliciano, falso defensor da família (1 esposa e 2 concubinas e filhos com várias mulheres), falso cristão, genocida e nazi-fascista.
Porque será??? Brigou com todo mundo. Isso esqueceram de falar. Até com o vice dele ele brigou chamando-o de inconveniente!
E o Mula será o primeiro presidente preso por corrupção….kkkkkkk
Elle acha que vai governar com um Congresso predominantemente conservador e de direita. A vida delle vai ser um inferno…bom ir se acostumando….