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Política Bolsonaro é o primeiro presidente da História que não consegue se reeleger

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Aliados reconhecem que Bolsonaro foi derrotado, principalmente, por seus próprios erros. (Foto: Alan Santos/PR)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deixará os palácios do Planalto e da Alvorada na manhã do dia 1º de janeiro e entrará para a História como o primeiro ocupante do cargo a tentar e não conseguir se reeleger desde 1998, quando titulares do Executivo passaram a poder disputar um segundo mandato consecutivo.

Concorrer no posto naturalmente dá uma vantagem a quem tenta a reeleição. No entanto, Bolsonaro terminou o primeiro turno atrás do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preferido pelos eleitores brasileiros.

Bolsonaro chega ao fim da campanha e à reta final de sua gestão limitada aos quatro anos do primeiro mandato sem ter conseguido reduzir a rejeição de cerca de metade da população, segundo as pesquisas, que o derrotou. Entre as mulheres, a recusa é ainda maior.

Por outro lado, sai das urnas com percentuais bem mais altos que o apontado nas sondagens a poucas semanas do primeiro turno e deixa eleita uma forte bancada no Congresso, o que vai ajudar a manter vivo o bolsonarismo.

Antecessores 

O primeiro presidente a concorrer à reeleição foi Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que venceu a disputa com tranquilidade, ainda no primeiro turno, em 1998. Em 2006, Lula foi ao segundo turno com Geraldo Alckmin (na época no PSDB, e hoje seu vice) e também venceu com facilidade.

Com um governo mal avaliado, Dilma Rousseff (PT) teve a reeleição mais complicada. Superou Aécio Neves (PSDB) no segundo turno com uma margem apertada de cerca de três pontos percentuais.

Apesar de todos os principais institutos de pesquisa indicarem, desde o ano passado, a liderança de Lula, Bolsonaro preferiu desqualificar os levantamentos que também apontavam uma avaliação predominantemente negativa de sua gestão e estilo de governar, insistindo sempre que seria vitorioso ainda no primeiro turno. Mas o resultado não surpreendeu aliados.

Às vésperas do primeiro turno, vários deles já deixavam claro, reservadamente, que a vitória se tornava um objetivo cada vez mais distante com os tropeços do presidente e a insistência em radicalismos que dificultaram ganhar o voto de eleitores indecisos que tendiam ao centro.

Dentro e fora do núcleo duro bolsonarista, sobrepõe-se a percepção de que Bolsonaro foi abatido pelos próprios erros. Reiteradamente, aliados apresentavam ao presidente dados para convencê-lo de que teria de demonstrar maturidade e temperança para conquistar mais um mandato.

Pesquisas internas deixavam claro que os reiterados ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e à confiabilidade das urnas eletrônicas agitavam os apoiadores, mas não lhe traziam os votos necessários para levar a corrida para o segundo turno.

Nem a aliança com o Centrão, que lhe garantiu uma estrutura de campanha profissional e base no Congresso para aumentar gastos públicos, foi suficiente para superar os passivos políticos. Não foram poucos os alertas de que era preciso deixar o candidato de 2018 no passado para superar os desgastes de uma gestão marcada por crises.

Um roteiro que incluía investigações de seus filhos, suspeitas de corrupção e declarações condenáveis sobre a pandemia, que levou a vida de 680 mil brasileiros.

As frases infelizes e a cena em que o presidente da República imita alguém com falta de ar numa live foram amplamente exploradas por adversários, principalmente Lula. Na reta final, Boslonaro ensaiou um pedido de desculpas, mas o estrago na popularidade estava cristalizado.

Para além da forma como o presidente encarou o coronavírus, a pandemia agravou a crise da economia, que já tinha dificuldades de reagir antes do vírus. A esse aspecto se somam falhas de comunicação, de acordo com a avaliação do próprio QG bolsonarista.

Internamente, acredita-se que o Executivo não conseguiu divulgar com eficiência as realizações dos últimos três anos e dez meses. Parte dessa conta chega agora, na opinião dos próprios aliados: os feitos da gestão são desconhecidos da população e, consequentemente, as promessas do candidato à reeleição foram vistas com desconfiança.

Medidas econômicas anunciadas às vésperas do período eleitoral, como aumento do Auxílio Brasil para R$ 600 e a redução do preço do combustível, foram vistas como eleitoreiras e não reverteram votos para Bolsonaro. Na opinião de aliados do próprio presidente, também faltou tratar do que interessava a grande parte da população: combate à fome, educação e saúde, temas pouco tratados pelo candidato à reeleição, que insistia em propagar teoria das conspirações.

O aumento do tom nos ataques a Lula, a quem o presidente insistiu em chamar de “ladrão” e “ex-presidiário” nos debates e em diferentes ocasiões, também não surtiram o efeito esperado.

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Fabio Alves
31 de outubro de 2022 04:12

Eu confio nas FORÇAS ARMADAS

Maria Cristina Martins Nocchi
31 de outubro de 2022 02:25

Tá na hora do Jair miliciano ir embora. A partir de janeiro, processo e jaula pro coveiro. Ou a milicada vai salvar a pele do Jair de novo, como em 89, quando inocentado pelo supremo tribunal militar e solto pela corte ( Jair também é ex-presidário e ” descondenado”)? Viva o nordeste! Finalmente o Moro achou o triplex do Lula!

Adroaldo Mousquer
31 de outubro de 2022 15:26

Kkkkk….

Francisco Klock
31 de outubro de 2022 03:33

Janeiro de 2023 vamos ter de Presidente do Brasil LULADRÃO o maior corrupto que o mundo já viu. Tenho vergonha de ser Brasileiro e LULADRÃO somente não está na cadeia por amigos do STF. COVID CHINES derrubou TRUMP & BOLSONARO.
Vão fazer copa do mundo e Olympiadas para roubar.

Francisco Klock
31 de outubro de 2022 03:34

BELEZA os filhos do LULADRÃO VÃO FICAR MAIS MILIONARIOS….

Adroaldo Mousquer
31 de outubro de 2022 15:26

Kkkkk…..

Fabio Alves
31 de outubro de 2022 04:10

E CLARO DEVE FRAUDE NAS ELEIÇÕES

Ck Ps
31 de outubro de 2022 04:48

imaginem, com toda máquina pública, 600 reais de auxílio, tirou imposto dos estados p baixar gasolina e n foi reeleito!!!!! Ele tentou tudo de tudo e n conseguiu a reeleição, sinal q a rejeição do Bolsonaro era mto grande

Eloa Guterres
31 de outubro de 2022 04:51

Bolsonaro agora vai fazer motociatas com o teu dinheiro. Usou di heiro público para comprar votos na cara dura. Taxistas e caminhoneiros. Eses dois tem profissões e nunca fora coitados sem nada!! Mas esse pilantra achou melhor dar dinheiro público para eles em compra de votos. Um taxista que peguei sexta-feira me falou que ia aplicar o dinheiro que ganhou do Bolsonaro, pois ele como tantos outros nao precisavam desse auxílio!!

Fisco Paes
31 de outubro de 2022 08:50

O partido povista aguenta o tranco.

Ck Ps
31 de outubro de 2022 15:57

exatamente, eu quis dizer isso. Até pouco tempo Bolsonaro criticava qquer auxílio, mas para se segurar no poder ele aumentou justamente para comprar votos.

Eloa Guterres
31 de outubro de 2022 11:43

Ck Ps, Bolsonaro, nao deu nada! Esse dinheiro é dos nossos impostos. Ele fez sim foi compra de votos! Sem falar no rombo das contas públicas em torno de sete Trilhões!!! Tem ideia o que esse incopetente fez????

Vanderlei Ochoa
31 de outubro de 2022 12:00

Lula vai passificar o Brasil. Lula, Lider e ESTADISTA.

Adroaldo Mousquer
31 de outubro de 2022 15:24

Bolsonaro frustrou a esperança de quem nele votou. Perdeu para ele mesmo e para o ódio que semeou. Paz, educação e trabalho. Viva o Brasil.

Fernando Krause
31 de outubro de 2022 16:40

No Brasil o crime compensa, recompensa, e até elege bandidos e criminosos condenados, que vão “voltar à cena do crime”.
Quem sabe os “diálogos cabulosos” PT/PCC possam contribuir ainda mais para isso…

Alcides Gilberto Da Rosa Adornes
1 de novembro de 2022 04:51

Ainda tenho esperança que os eleitores do Bozo fiquem envergonhados por se alinharem ao um misógino, racista, homofóbico, mentiroso, miliciano, falso defensor da família (1 esposa e 2 concubinas e filhos com várias mulheres), falso cristão, genocida e nazi-fascista.

Eloa Guterres
1 de novembro de 2022 10:12

Porque será??? Brigou com todo mundo. Isso esqueceram de falar. Até com o vice dele ele brigou chamando-o de inconveniente!

Fernando Garrido
1 de novembro de 2022 11:25

E o Mula será o primeiro presidente preso por corrupção….kkkkkkk
Elle acha que vai governar com um Congresso predominantemente conservador e de direita. A vida delle vai ser um inferno…bom ir se acostumando….

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