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Política Bolsonaro elogia seus ministros e diz que velha política ficou para trás

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Presidente acredita que senador não prioriza pautas do governo e ignora ministros por almejar o Planalto em 2022. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O presidente Jair Bolsonaro teceu elogios ao seu quadro de ministros nesta sexta-feira (17) e afirmou que apesar das pressões políticas, montou um time que não pode ser criticado.

Em cerimônia de início das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), no município de Mara Rosa, em Goiás, Bolsonaro lançou mão de um mote adotado em sua campanha — e posteriormente deixado de lado, quando selou sua aliança com o chamado centrão– e disse que “a velha política” ficou para trás.

O presidente aproveitou para justificar que escolheu nomes políticos para cargos de natureza política e elogiou o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), expoente liderança do centrão, e a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL-DF), integrante do mesmo grupo político.

Bolsonaro afirmou ainda que os investimentos no sistema ferroviário vão permitir não só que a produção agropecuária chegue às mesas dos consumidores, mas também aos portos para exportação.

Indicação política

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta a medida provisória (MP) que reformula a estrutura de cargos em comissão e funções de confiança do governo. Ao fazer a sanção, Bolsonaro vetou um artigo incluído pelo Congresso que estimulava que a contratação teria que passar por critérios técnicos.

A regra seria aplicada para os chamados cargos de livre nomeação da administração pública, como assessores, secretários, diretores de órgãos, mas não para ministros, por exemplo.

O veto pegou de surpresa especialistas, que criticaram a decisão de Bolsonaro. “Era uma coisa branda, uma coisa muito sensata. Era uma possibilidade de fazer o processo, não era obrigatório, mas se não faz justifica porque não fez. Era muito bem desenhado”, afirmou Weber Sutti, do Movimento Pessoas à Frente, grupo criado no ano passado para se tornar uma espécie de área de recursos humanos de apoio ao poder público brasileiro.

O artigo vetado determinava que um decreto estabeleceria os procedimentos para as nomeações dos cargos, como definir quais autoridades seriam responsáveis por cada nomeação nos órgãos federais.

A parte da medida que foi excluída pela Presidência também determinava a realização de uma pré-seleção para testar “a experiência, o conhecimento prévio e as competências” do candidato ao cargo no governo.

Caso a autoridade delegada de fazer a nomeação optasse por não fazer a pré-seleção, teria que expor os motivos em “ato fundamentado a ser publicado no perfil da posição e do currículo do selecionado”.

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