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Notícias Na sua primeira visita ao Rio Grande do Sul como presidente da República, Bolsonaro participa da Festa Nacional da Artilharia

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O chefe do Executivo (D) estava acompanhado do vice-presidente, Hamilton Mourão (E). (Foto: Divulgação/Palácio Piratini)

Na sua primeira visita oficial ao Rio Grande do Sul desde que assumiu a Presidência da República, Jair Bolsonaro esteve neste sábado (15) em Santa Maria, na Região Central do Estado. A presença de Bolsonaro na cidade foi motivada pela realização da Fenart (Festa Nacional da Artilharia), onde participou de uma solenidade exclusiva para autoridades militares e civis, entre elas o governador Eduardo Leite.

Bolsonaro estava acompanhado no evento pelo vice-presidente, o general da reserva Hamilton Mourão, que na véspera havia recebido o título de “Cidadão Emérito de Porto Alegre”. A honraria foi concedida pela Câmara de Vereadores da Capital gaúcha, em sessão especial no fim da tarde.

Apesar da segurança reforçada no local (incluindo a instalação de gradis de cercamento, além da proibição de estacionamento e de tráfego de carros no entorno), vários simpatizantes se concentraram no local. Bolsonaro, que  havia desembarcado na Base Aérea local por volta das 18h, chegou a sair do veículo oficial três vezes para acenar ao grupo.

A Fenart celebra o aniversário de nascimento do patrono da Arma de Artilharia, marechal Emídio Luis Mallet. Durante o evento, ocorre a encenação da batalha de Tuiuti, um dos conflitos decisivos da Guerra do Paraguai (1864-1860). A organização da festa é feita pelo Exército, por meio do 3º Grupo de Artilharia Autopropulsado Regimento Mallet.

Polêmica

O mundo dá voltas, e em política não é diferente: 26 anos antes (em 22 de junho de 1993), o então deputado federal Jair Bolsonaro foi declarado “persona non grata” pela Câmara de Vereadores de Santa Maria, que de forma unânime aprovou uma moção de repúdio – nunca revogada – ao parlamentar, em primeiro mandato e que tinha 38 anos de idade. Motivo: em entrevista a um jornal local, ele defendeu o fechamento do Congresso Nacional e a volta da ditadura militar (1964-1985).

BNDES

Antes de embarcar para o Rio Grande do Sul, Bolsonaro ameaçou demitir o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Joaquim Levy, mesmo sem a anuência do ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro disse que Levy “está com a cabeça a prêmio há algum tempo”.

O clima teria piorado, segundo Bolsonaro, depois de Levy nomear um executivo que trabalhou na gestão petista. “Eu já estou por aqui com o [Joaquim] Levy. Falei para ele demitir esse cara [Marcos Barbosa Pinto] na segunda-feira ou eu demito você, sem passar pelo Paulo Guedes”, declarou Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada.

Na noite deste sábado, o diretor de Mercado de Capitais do banco, Marcos Barbosa Pinto, pediu demissão.

(Marcello Campos)

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