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Política Bolsonaro passa por perícia médica nesta quarta

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Após a perícia, Moraes decidirá se autoriza Bolsonaro a deixar a prisão para realizar uma cirurgia

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom
Representantes alegam piora no quadro clínico, com o surgimento de episódios eméticos e crise de soluços acentuada. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O ex-presidente Jair Bolsonaro deverá passar por uma perícia médica nesta quarta-feira (17). O exame foi agendado pela Polícia Federal (PF) após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, responsável pelo acompanhamento do caso. A avaliação médica tem como objetivo analisar o estado de saúde do ex-presidente e fornecer subsídios técnicos para a decisão judicial sobre eventuais medidas a serem adotadas.

A perícia será realizada por peritos da PF na sede do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília. Após a conclusão do procedimento e a apresentação do laudo, o ministro Alexandre de Moraes deverá decidir se autoriza Bolsonaro a deixar a unidade prisional para a realização de uma cirurgia indicada por seus médicos particulares. A recomendação médica está relacionada a um quadro persistente de soluços e ao diagnóstico de hérnia inguinal.

Além da realização da perícia, Moraes também determinou que o exame de ultrassom feito no último domingo (14) seja encaminhado aos peritos responsáveis. O exame confirmou a presença de hérnia inguinal e deverá ser analisado em conjunto com os demais dados clínicos coletados durante a avaliação desta quarta-feira. A intenção é permitir uma análise técnica completa e independente sobre a necessidade e a urgência de eventual intervenção cirúrgica.

Bolsonaro encontra-se detido em uma sala da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Desde a prisão, sua defesa tem apresentado pedidos relacionados às condições de saúde do ex-presidente, solicitando medidas que consideram adequadas diante do quadro clínico apresentado.

Na última segunda-feira (15), os advogados de Bolsonaro reiteraram ao STF o pedido de autorização para a realização de uma cirurgia considerada urgente, além da concessão de prisão domiciliar em caráter humanitário. Segundo a defesa, o ex-presidente apresenta hérnias em ambos os lados da região da virilha, o que poderia agravar seu estado de saúde caso não haja tratamento adequado.

De acordo com a avaliação médica apresentada, o exame indica a saída de uma alça intestinal por uma abertura ou flacidez da parede abdominal. Esse tipo de alteração costuma ser identificado em exames realizados com manobras que aumentam a pressão interna do abdome, como quando o paciente inspira profundamente. Nesses casos, a alça intestinal pode atravessar a parede abdominal e permanecer logo abaixo da pele, formando uma protuberância visível na parte inferior do abdome.

Em determinadas situações, pode ocorrer o estrangulamento intestinal, quando parte do órgão fica presa fora da cavidade abdominal, comprometendo seu funcionamento. Conforme descrito pelos médicos, nesses casos, o tratamento definitivo é cirúrgico, com o objetivo de impedir a passagem da alça intestinal para fora do abdome e evitar complicações futuras. (Com informações da Agência Brasil e do portal Poder360)

 

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