Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 28 de maio de 2024
O equipamento foi emprestado pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo)
Foto: Luciano Lanes/PMPAO Dmae (Departamento Municipal de Água e Esgotos) concluiu na noite de segunda-feira (27) a instalação de uma bomba para drenar a água que inunda o bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre.
O equipamento de alta capacidade foi emprestado pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), que também cedeu profissionais para a execução do serviço. A bomba – a quarta da Sabesp em funcionamento na Capital – foi colocada perto da Ebap (Estação de Bombeamento de Água Pluvial) 5.
As outras três bombas foram instaladas no bairro Sarandi, na área da Ebap 9, entre os dias 19 e 26 deste mês. A Sabesp emprestou nove equipamentos desse tipo para a prefeitura de Porto Alegre. Os próximos locais de instalação devem ser divulgados em breve. As bombas pesam cerca de 10 toneladas, demandam complexas operações para montagem e têm capacidade para drenar 7,2 milhões de litros por hora.
“Paralelamente, o Dmae também tem trabalhado com outras bombas de menor capacidade. Na região do aeroporto, foram colocadas sete bombas-trator, por exemplo, algumas emprestadas por arrozeiros. Já nas proximidades da Ebap 6, no bairro São João, duas bombas flutuantes e uma bomba-trator também estão em operação. Todos os equipamentos contribuem para agilizar o escoamento de água na Zona Norte”, informou a prefeitura.
Protestos
O Humaitá é uma das áreas mais afetadas pela cheia do Guaíba. Além de casas, prédios e estabelecimentos comerciais, o bairro abriga a Arena do Grêmio. Na segunda-feira (27), moradores da região fecharam uma das pistas da Freeway, perto da Arena, em protesto contra os alagamentos que castigam o bairro desde o dia 3 deste mês.
Também na segunda, moradores do bairro Sarandi, bastante afetado pela enchente, realizaram uma manifestação na avenida Assis Brasil em protesto contra os alagamentos. Obrigados a deixarem suas casas, eles reivindicam o fechamento de um dique na região.
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A sutileza em anunciar o pânico chega a ser constrangedora. Bastou conjugar um verbo no presente, não é mesmo? A água não “inunda”, ela “inundou”. Existe aí uma grande diferença.
Vamos ver se agora o poder público respeitará os moradores do Humaitá.
Dez anos de jogo de empurra entre a construtora (e depois quem comprou a Arena), a Prefeitura e o Ministério Público.
Este proibiu a dragagem do Guaíba por causas ambientais!!!
Está na cara que o lago está assoreado. A água que desce dos afluentes sai para fora da calha do Guaíba e se espalha pelos lugares mais baixos da Capital.
Depois que o porto foi desativado, não entraram mais navios de grande porte no Guaíba. Antes, faziam dragagem tendo em vista o calado dos navios.
VERGONHA!