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Política Guilherme Boulos diz que vitória judicial sobre Pablo Marçal não encerra caso da cocaína

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Marçal disse, sem provas, que Boulos seria usuário de cocaína durante a disputa das eleições para a Prefeitura de São Paulo em 2024.

Foto: Reprodução
Marçal disse, sem provas, que Boulos seria usuário de cocaína durante a disputa das eleições para a Prefeitura de São Paulo em 2024. (Foto: Reprodução)

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol-SP) disse que vai seguir na ação criminal contra Pablo Marçal (PRTB). O empresário foi condenado na segunda-feira (2) a indenizar o psolista em R$ 100 mil por afirmar, sem apresentar provas, que Boulos seria usuário de cocaína durante a disputa das eleições para a Prefeitura de São Paulo em 2024.

Na rede social X, o antigo Twitter, Boulos disse que “Marçal foi condenado pela Justiça a me pagar R$ 100 mil pela Mentira da Cocaína. Ainda é pouco, seguirei na ação criminal contra ele. Quem faz política com Fake News tem que ser banido da vida pública”.

A decisão informa que Marçal tentou “aniquilar” a reputação do psolista ao disseminar a fake news de que ele seria usuário de cocaína. A conduta de Marçal ocorreu durante a campanha à Prefeitura da cidade de São Paulo de 2024, quando ambos se enfrentaram. Segundo a decisão do juiz Danilo Fadel de Castro, da 10ª Vara Cível, Marçal “ultrapassou, e muito, as raias do debate político civilizado e da crítica administrativa”.

A defesa do empresário afirmou que irá recorrer da decisão. “A defesa ingressará com o recurso cabível, na medida em que entendemos que o magistrado não agiu com o devido e costumeiro acerto”. Às vésperas das eleições de primeiro turno, Marçal chegou a divulgar um laudo médico falso de uma internação de Boulos que nunca ocorreu, considerado pelo juiz como o “ápice” da gravidade da conduta do empresário. O papel continha inclusive a assinatura forjada de um médico já falecido.

“A prova dos autos é robusta e contundente. O réu, de forma reiterada, associou a imagem do autor ao uso de drogas ilícitas (cocaína), utilizando-se de gestos (tocar o nariz e aspirar) e alcunhas pejorativas (“aspirador de pó”, “cheirador”), semapresentar qualquer prova de suas alegações”, diz a decisão.

A defesa chegou a pedir que a ação fosse julgada apenas na Justiça Eleitoral, mas o pedido foi rejeitado, pois Marçal foi condenado por dano moral, um ilícito civil, e não por propaganda política irregular, o que seria uma competência eleitoral.

Fora os problemas na Justiça, o laudo falso tirou Marçal da briga pela Prefeitura de São Paulo. O candidato do PRTB chegou ao fim do primeiro turno com grandes chances de ir para a segunda fase, em uma disputa apertada com Boulos e com o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB). Na Justiça Eleitoral, Marçal está inelegível até 2032 por abuso de poder econômico ao promover campeonatos de cortes de vídeo nas redes sociais durante a campanha à Prefeitura de São Paulo. (Com informações do portal de notícias Metrópoles)

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