Quarta-feira, 13 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Acontece Brasil pode reverter tendência da crise e crescer em 2017, afirma o economista Mendonça de Barros

Compartilhe esta notícia:

Em meio a um período de incertezas na economia do Brasil, começa a piscar uma luz no final do túnel, que indica alguma reversão de tendência para 2017.  A previsão de crescimento de 2% para a economia no próximo ano foi apresentada pelo presidente da Foton Caminhões, Luiz Carlos Mendonça de Barros, durante o “Tá na Mesa” da Federasul, nesta quarta-feira (04/05). “Em 2018 a taxa ainda pode chegar aos 3%”, projetou ele. Ao saudar o convidado, a presidente da Federasul, Simone Leite, destacou que o primeiro evento da sua gestão fica marcado pelo otimismo tão necessário e escasso atualmente. “O que queremos é conhecimento e boas experiências no caminho da entidade”, pontuou.

Os sinais de melhora da economia aparecem com a redução dos juros e com a urgente renegociação da dívida dos Estados, mas a grande virada vai acontecer com a retomada do fenômeno da expansão do mercado de trabalho. Para Mendonça de Barros, a bolha do consumo estourou com a volta da inflação e dos indicadores de desemprego. Ele identifica que os brasileiros estão divididos em dois grupos: “os que vivem na economia formal com contrato de trabalho e os que estão na informalidade e precisam das iniciativas do governo”.

A soma dos fatores, que o economista chama de descontrole operacional, resultou em um erro de diagnóstico que comprometeu a lógica até então praticada no mercado. “Em 2012, no pico do ciclo de crescimento, a economia conclamava um ajuste recessivo. Essa era a postura a ser adotada”, recordou. De lá pra cá, as taxas despencaram, mas na avaliação de Mendonça de Barros o processo de desaceleração pode ser revertido com uma agenda positiva.

A fórmula de reversão apresentada pelo palestrante passa, necessariamente, pela separação das ações políticas das estratégias econômicas. “A economia é uma área independente”, defendeu ao sugerir que é preciso mudar a política para que as tensões sejam resolvidas. Mesmo sem declarar apoio ao atual ou próximo governo, o presidente da Foton Caminhões disse ter certeza que a equipe de economistas formada para um eventual governo Temer está preparada para enfrentar os desafios. “O Brasil está prestes a deixar de ser um país de esquerda para ocupar a posição de centro direita”.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Acontece

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

IMED Porto Alegre realiza vestibular complementar com cursos novos
Quantidade de inscritos no concurso do Memorial às Vítimas da Kiss supera expectativas
Pode te interessar