Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 2 de maio de 2023
Visita de assessora especial tem foco em indígenas e negros
Foto: EBCA assessora especial para Prevenção do Genocídio da ONU (Organização das Nações Unidas), Alice Wairimu Nderitu, inicia nesta terça-feira (02) sua primeira visita oficial ao Brasil.
Ao longo dos próximos dez dias, ela deve se reunir com representantes do governo, de organizações da sociedade civil e de comunidades indígenas, além de membros da comunidade internacional, “para entender melhor os recentes acontecimentos no País”, informou a ONU.
“A visita terá foco especial na situação dos povos indígenas, afrodescendentes e grupos e comunidades vulneráveis”, completou a entidade, por meio de nota. Ao final da missão, no próximo dia 12, Alice participa de entrevista coletiva virtual no Rio de Janeiro.
Em seu perfil oficial no Twitter, a ONU Brasil confirmou a chegada de Alice ao país e informou que a visita ocorre a pedido do governo brasileiro. Em outra mensagem, a ONU Brasil cita encontros da assessora especial com representantes dos Ministérios das Relações Exteriores, dos Direitos Humanos e da Cidadania, da Igualdade Racial e dos Povos Indígenas.
Nesta semana, o governo federal enviou uma comitiva interministerial a Roraima após ataques registrados na Terra Indígena Yanomami. Segundo líderes indígenas, três yanomami foram baleados na tarde do último sábado (29) – uma das vítimas, um agente de saúde que atuava na comunidade, morreu no local.
Em nota, a Polícia Federal informou que enviou equipes ao território “com o intuito de investigar o ocorrido e interromper eventuais agressões que ainda estivessem em andamento”.
Nesta segunda-feira (1º), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmou a morte de quatro garimpeiros dentro da terra yanomami na noite de domingo (30).
Eles teriam reagido a uma incursão de agentes da Polícia Rodoviária Federal e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Um dos garimpeiros mortos era integrante de uma facção criminosa com atuação nacional. Essa linha de investigação passou a ser um dos focos de ações de inteligência do governo federal na região.
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Verdade!
Fake. Continuam.
Seria bom a ONU aproveitar e ver a situação do Cacique Sererê, preso há mais de 100 dias por simplesmente emitir opinião contária ao STF. Na carona, pedir explicação sobre os campos de concentração do STF que prendem e mantem presos centenas de pessoas que sequer tem acesso aos altos, pois processo não houve. Tudo sob aplauso do Consorcio de midia, o mesmo que divulga noticias tendensiosas sobre o Brasil, la fora,
Todos sabemos da omissão e cumplicidade do ex.
O mundo tem de saber o que a marginalha fez de ruim no Brasil. 4 Anos da mais estúpida agressão ao povo Brasileiro e especial aos vulneráveis e “sem vez e sem voz”. Os marginais vão pagar por todo o estrago feito, mortes, desrespeito e negligência dessa gente da direita.E os apoiadores desses tipos, que nunca se esqueçam disso…
Genocidio com a morte de meia duzia de pessoas? Imaginem o que pode estar por vir,oremos.