Segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Brasil registra 662 mortes por Covid em 24 horas, pior marca desde outubro

Compartilhe esta notícia:

País tem 625.169 óbitos e 24.782.922 casos registrados do novo coronavírus.

Foto: EBC
Os EUA detêm o recorde mundial de mortes por Covid-19. (Foto: EBC)

O Brasil registrou nesta quinta-feira (27) 662 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 625.169 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 417 – a maior registrada desde 11 de outubro do ano passado (quando estava em 440). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +201%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 27 de janeiro

Total de mortes: 625.169
Registro de mortes em 24 horas: 662
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 417 (variação em 14 dias: +201%)
Total de casos conhecidos confirmados: 24.782.922
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 228.972
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 170.572 por dia (variação em 14 dias: +150%)

O País também registrou 228.972 novos casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas, chegando ao total de 24.782.922 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 170.572 – a maior marca registrada até aqui e marcando o décimo recorde seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +150%, indicando tendência de alta nos casos da doença.

O Ceará não divulgou novos dados de casos ou mortes nas últimas 24 horas.

Dessa forma, a média móvel de vítimas atinge agora um patamar já bem acima do que estava às vésperas do ataque hacker que gerou problemas nos registros em todo o Brasil, ocorrido na madrugada entre 9 e 10 de dezembro (leia mais abaixo). Na época, essa média indicava 183 mortos pela doença a cada dia.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Instabilidade nos sistemas

Após o apagão de dados do Ministério da Saúde, os Estados começaram a normalizar a divulgação de números de Covid-19 no Brasil no dia 4 de janeiro.

Em 12 de dezembro, o ministério informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 após ataque hacker foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão inicial de estabilização dos sistemas, de 14 de dezembro, não foi cumprida.

No início de janeiro, o ministério informou que quatro de suas plataformas foram restabelecidas ainda em dezembro; afirmou que, no dia 7 de janeiro, normalizou a integração entre os sistemas locais e a rede nacional de dados, e que o retorno do acesso às informações estava sido gradual.

Segundo a pasta, a instabilidade no sistema não interferiu na vigilância de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, como a Covid. É o oposto do que dizem pesquisadores.

“A gente não consegue planejar a abertura de novos serviços hospitalares, de centros de testagem, abertura de novos leitos e entender as regiões onde o impacto da nova variante é maior”, diz Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fiocruz.

“A gente não viu a evolução e a chegada da ômicron. Ela não apareceu de repente no Ano Novo. Ela entrou ao longo do mês de dezembro, e a gente estava completamente em voo cego ali, porque não tinha dado nenhum; a gente não viu os dados crescerem”, afirma o professor Marcelo Medeiros, fundador do Covid-19 Analytics. Ele interrompeu o serviço que auxilia autoridades a tomarem decisões em meio à pandemia.

Curva de mortes nos estados

Em alta (21 Estados e o DF): CE, PR, PB, RS, RN, MS, GO, SC, SP, AC, AM, AL, SE, ES, DF, RJ, MG, AP, MT, BA, MA, PI
Em estabilidade (2 Estados): RR, RO
Em queda (2 Estados): PA, TO
Não divulgou (1 Estado): CE

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás.

Há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Vacinação

Os dados do consórcio de veículos de imprensa desta quinta-feira (27) mostram que 149.253.875 pessoas estão totalmente imunizadas. Este número representa 69,48% da população. A dose de reforço foi aplicada em 42.977.254 pessoas, o que corresponde a 20,01% da população.

Nove Estados e o Distrito Federal divulgaram números da vacinação de crianças entre 5 e 11 anos: Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul e São Paulo. No total, 979.937 doses foram aplicadas em crianças, que estão parcialmente imunizadas. Este número representa 4,78% da população nessa faixa de idade que tomou a primeira dose.

A população brasileira acima de 5 anos que está parcialmente imunizada é de 82% e a população acima de 5 anos que está totalmente imunizada é de 74,6%. Nos dois casos, a grande maioria do percentual é formada pela população adulta.

9 Estados não divulgaram dados da vacinação.

Estados com maiores percentuais de totalmente imunizados (2ª dose + dose única): SP (79,22%), PI (76,44%), MG (73,49%), MS (72,50%) e RS (72,21%).

tags: Brasil

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

TSE e WhatsApp terão ferramenta para denunciar disparos em massa de fake news nas eleições
Grupo de Transição do Grêmio volta aos treinos após vitória na estreia do Gauchão 2022
Pode te interessar