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Brasil Brasil tem 575 mil médicos ativos

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A quantidade de médicos mais do que quadruplicou desde o início da década de 1990

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Iniciativa tem como foco periferias urbanas e regiões distantes dos grandes centros populacionais. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Brasil tem 575.930 médicos ativos, uma proporção de 2,81 por 1 mil habitantes, a maior já registrada no País, de acordo com um levantamento divulgado nesta segunda-feira (8) pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).

Os dados integram a pesquisa “Demografia Médica”, que considera estatísticas verificadas até janeiro deste ano.

Segundo o levantamento, a quantidade de médicos mais do que quadruplicou desde o início da década de 1990, quando o total era de 131.278. O crescimento foi impulsionado pela expansão do ensino médico e pela crescente demanda por serviços de saúde.

Há disparidade na concentração entre as capitais e cidades do interior: 52,4% estão nas 27 capitais, enquanto os demais 47,6% atuam nos mais de 5 mil municípios do interior. Do total atual de profissionais ativos, 263 mil (46%) são médicos generalistas e outros 312 mil (54%) são especialistas. Entre os médicos homens, a idade média é de 47,4 anos. Para as médicas, a média é de 42 anos. Entre os médicos com 39 anos ou menos, as mulheres já são maioria, somando 58% em comparação a 42% dos homens. Com o indicador de 2,81 por mil habitantes, o Brasil supera EUA, Japão, Coréia do Sul, México.

Para o presidente do CFM, José Hiran Gallo, o atual cenário aponta tendências que devem ser avaliadas com atenção. “Mantendo-se o mesmo ritmo de crescimento da população e de escolas médicas, dentro de cinco anos, em 2028, o País contará com 3,63 médicos por mil habitantes, índice que supera a densidade médica registrada, por exemplo, na média dos 38 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento)”, afirmou Gallo.

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3 Comentários
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Vanderlei Ochoa
8 de abril de 2024 12:53

Apesar do número extraordinário de médicos, o povo está desassistido na saúde.
Grande número desses médicos são formados por instituições públicas mantidas pelos impostos do povo pobre.
Não vão onde o povo vulnerável precisa.
Daí o governo tenta “importar” médicos para realizarem o serviço “pesado” e recebe todo tipo de criticas.
É uma vergonha isso…

Vanderlei Ochoa
8 de abril de 2024 23:49

Vai comentar comentário dos teu cupincha, c=kreusa almeida….hahahahahahahah

Fernando Krause
8 de abril de 2024 15:09

Mesmo assim o lulopetismo quer importar “médicos” cubanos… Será que vai novamente surrupiar a maioria dos salários para sustentar com muitos R$ MI a família Castro, como já fez anteriormente ???

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