Sábado, 25 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 27 de fevereiro de 2023
“Certamente não se trata de um caso isolado sabido como se dão as relações de trabalho em nosso País”, afirmou o ministro dos Direitos Humanos.
Foto: ReproduçãoO ministro de Direitos Humanos, Silvio Almeida, defenderá nesta segunda-feira (27), durante encontro da Organização das Nações Unidas (ONU) que, com a mudança de governo, o Brasil volte a ter uma cadeira no Conselho de Direitos Humanos da ONU. O País vai se candidatar para reconquistar mandato de membro em 2024.
Na bagagem, o ministro leva o discurso de que o Brasil está de volta para resgatar as pautas humanitárias com importância internacional, como a discussão sobre diversidade sexual e também sobre casos análogos ao trabalho escravo.
Almeida está em Genebra (Suíça) e discursará nesta segunda durante a 52ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas.
Trabalho escravo
Em vídeo publicado nas redes sociais da pasta, o ministro anunciou no domingo (26) medidas de assistência ao grupo de 200 trabalhadores resgatados em situação precária na colheita de uva, em Bento Gonçalves. Caso que se tornou público na quinta-feira passada no Brasil.
“Certamente não se trata de um caso isolado sabido como se dão as relações de trabalho em nosso País”, afirmou o ministro.
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estadista lula. TUDO PELO SOCIAL…
Será que o assistente de ladrão falará sôbre os mais de 900 encarcerados em presídios por apenas apoiarem o antigo presidente “eleito” em detrimento ao atual “corrupto, condenado em várias instâncias” e conduzido a presidência sob as asas do stf/ste mesmo com ficha suja?
O que essa esquerda que voltou ao poder tem que entender que os direitos humanos fora do Brasil entende-se por defender minorias prejudicadas e esquecidas pelo sistema e pela sociedade em geral.
Mas no Brasil os “direitos Humanos” só se preocupa com os bandidos presos e a cracolândia sem se preocupar com suas causas e efeitos. Os familiares que perderam seus entes queridos num assalto ou sequestros com vitima ou bala perdida numa troca de tiros entre quadrilhas, não recebem apoio nenhum.
Não adiante querer vender um peixe lá fora e entregar outro aqui dentro.