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Porto Alegre Em lance único, Consórcio Pulsa RS arremata a concessão do Cais Mauá, em Porto Alegre

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Governador Eduardo Leite, prefeito Sebastião Melo e outras autoridades acompanharam o leilão em São Paulo

Foto: Mateus Raugust/PMPA
Governador Eduardo Leite, prefeito Sebastião Melo e outras autoridades acompanharam o leilão em São Paulo. (Foto: Mateus Raugust/PMPA)

Em um leilão com lance único na B3, em São Paulo, o Consórcio Pulsa RS arrematou nesta terça-feira (6) a concessão do Cais Mauá, um dos símbolos de Porto Alegre, por R$ 144,8 milhões.

O período de concessão da área à iniciativa privada é de 30 anos, com investimentos previstos de R$ 353,3 milhões para a revitalização e qualificação do local.

O trecho concedido vai da Usina do Gasômetro até a estação rodoviária, com extensão de três quilômetros e área de 181,2 mil metros quadrados. O vencedor do leilão assume o compromisso de reestruturar o patrimônio histórico (armazéns tombados e pórtico central) e revitalizar as docas nos cinco primeiros anos de concessão.

Ao todo, são 12 armazéns e três docas. As estruturas poderão ser utilizadas para edificações de uso residencial ou corporativo. A livre circulação para as pessoas está garantida e será proibida a cobrança de ingresso para acessar o cais a pé, conforme o governo do Estado.

A partir do leilão, há prazo de 60 dias para assinatura do contrato, análise e validação dos requisitos administrativos e econômico-financeiros do processo de concessão.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, e outras autoridades acompanharam o leilão na Bolsa de Valores.

“Dia histórico para Porto Alegre e Rio Grande do Sul. Concluímos o leilão da concessão do Cais Mauá, um dos símbolos da Capital gaúcha. O certame teve uma proposta, do consórcio Pulsa RS, que vai investir R$ 353,3 milhões para a revitalização e qualificação do local”, comemorou Leite.

“A arrecadação esperada com o comércio no cais é de R$ 12,5 milhões por ano, segundo estimativa. A geração de empregos projetada com a concessão é de 45 mil empregos diretos, 5 mil indiretos durante a fase de obras e 4 mil empregos permanentes na área do cais após a sua revitalização”, prosseguiu o governador.

“Momento histórico para a Porto Alegre que batalhamos para construir. A prefeitura se somou verdadeiramente ao projeto liderado pelo governo do Estado para tirar do papel esse sonho de todos os gaúchos, que é a revitalização do Cais Mauá. Ganha a cidade, ganha o Rio Grande do Sul”, declarou Melo.

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Vanderlei Stefani
6 de fevereiro de 2024 14:40

Com certeza os vendilhões vão levar o por fora.

Eloa Guterres Dos Santos Guterres Dos Santos
6 de fevereiro de 2024 17:54

Já vi esse filme antes. Lance Único!!!

Dea Einsfeld
6 de fevereiro de 2024 19:52

Não perdem o medo de bater o martelo…nem com tudo que a Equatorial anda fazendo. Lá estão eles de novo com a boca nas orelhas.

Luis Junior
7 de fevereiro de 2024 10:18

É tem que deixar aquelas porcarias se destruindo com tempo. Patrimônio público, onde a população não pode aproveitar. Tu é um atraso.

Maria Cristina Martins Nocchi
7 de fevereiro de 2024 05:27

O gurizinho pelotense do Jorge Lehman e o bozolóide fantoche das construtoras melonaro estão a fazer um excelente trabalho de destruição do patrimônio público. Entregar a preço de banana área banhada pelo Guaíba para a construção de prédios no local é o suprassumo do retrocesso. Está na contramão do que é feito em termos de arquitetura no mundo. Mas a vanguarda do atraso privatista liberalóide do PSDB e do medbosta segue no caminho da destruição do patrimônio dos gaúchos. A Melnick e o Iguatemi, cujos acionistas são doadores de campanha do Tião melonaro e do bolsonarista envergonhado de Pelotas, agradecem.

Luis Junior
7 de fevereiro de 2024 10:21

Se o pessoal da esquerda estão bravos, então foi um ótimo negócio… Parabéns pela venda. Patrimônio público onde a população não pode entrar??

Luis Junior
7 de fevereiro de 2024 13:46

Guaíba não recebe esgoto?? Conhece bem o Guaíba

Dea Einsfeld
7 de fevereiro de 2024 11:17

Construir prédios e mil coisas para gerar lixo e esgoto e vai tudo para dentro do Guaíba. Na última enchenteapareceu tanto lixo que foram toneladas que saiu do Guaiba. Ao menos respeitem o rio que em breve estará morto.

Carlos Fernando Tomasini
7 de fevereiro de 2024 13:29

Só não concordo com a possibilidade de ocupação residencial do Cais Mauá. No mais, precisa realmente revitalizar a área.

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