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Política Campos Neto é um adversário político e ideológico, afirma Lula

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Lula ainda afirmou que, com a saída de Campos Neto do BC em dezembro, as coisas, “vão voltar ao normal”.

Foto: Pedro França/Agência Senado
Campos Neto reagiu a críticas do ministro Fernando Haddad (Fazenda) de que teria deixado uma herança de alta de juros para o sucessor no BC, Gabriel Galípolo. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, nesta sexta-feira (21), o classificando como adversário político e ideológico.

“A desvalorização do real não preocupa o governo, pois quando você é governo e tem um problema preocupante, você tenta mudar esse problema”, disse o presidente à rádio Mirante News, em São Luís (MA).

“Já fui eleito presidente há 1 ano e 7 meses. O presidente do BC é um adversário político, ideológico e do modelo de governança que fazemos”, disse Lula.

Lula ainda afirmou que, com a saída de Campos Neto do BC em dezembro, as coisas, “vão voltar ao normal”

“Ele foi indicado pelo governo anterior e faz questão de dar demonstração de que ele não está preocupado com nossa governança, e sim com o que ele se comprometeu. Estamos chegando no momento de tirar ele e indicar outra pessoa. Eu acho que as coisas vão voltar à normalidade”, afirmou o presidente.

Na última terça-feira (18), Lula acusou Campos Neto de trabalhar para prejudicar o País, argumentando que o comportamento da autarquia é a única “coisa desajustada” no Brasil no momento.

“É o comportamento do Banco Central. Essa é uma coisa desajustada. Um presidente do BC que não demonstra nenhuma capacidade de autonomia, que tem lado político, e que, na minha opinião, trabalha muito mais para prejudicar o país do que para ajudar o país. Não tem explicação a taxa de juros do jeito que está”, disse o presidente.

Campos Neto, que recebeu em Londres, o prêmio “Banco Central do Ano”, destacou a importância da autonomia do BC. “Um banco central independente pode entregar melhor trabalho à sociedade”, afirmou.

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