Quarta-feira, 15 de Julho de 2020

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Cláudio Humberto “Cartório” DPVAT lucrou R$5 bilhões com seguro

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O “cartório” de 55 seguradoras do Seguro Obrigatório DPVAT faturou R$42,2 bilhões nos últimos 11 anos, de acordo com a própria entidade, e seus ricos proprietários botaram no bolso 12% desse total, ou sejam, R$5,06 bilhões. É o único caso de “imposto” destinado a empresas privadas. O contribuinte é obrigado pelo Estado a pagar por um serviço privado “obrigatório”, sem o direito de escolher quem o vai prestar.

Negócio da China

Cerca de 30,6 milhões de pessoas declararam imposto este ano, mas o DPVAT se gaba da clientela cativa de 65 milhões de donos de veículos.

Equívoco supremo

Para revogar a MP, o STF alegou que o DPVAT tem “função social”. Lorota. Quem ganha é um pequeno grupo de empresários bilionários.

Mais igual que os outros

A decisão é outra mostra que os Poderes são independentes, mas Legislativo e Executivo só exercem seu poder se o Judiciário permitir.

Bitributação

O cartório alega que “devolve” 45% do que arrecada para o SUS, mas omite a parte que o brasileiro já paga impostos para custear a Saúde.

PB: dinheiro sujo pagava intimidação a jornalistas

O esquema criminoso do ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB), recolhido ao xilindró por corrupção, segundo o Ministério Público Estadual, pagava com dinheiro roubado um advogado que processava para intimidar “jornalistas que ousaram denunciar as práticas do grupo”. O capanga de Coutinho que se prestava a isso se chama Francisco das Chagas, vulgo “Chico Peidão”. O elemento está entre os presos.

Ex é para sempre

Entre jornalistas processados e caçados a mando de Ricardo Coutinho estava a ex-mulher Pâmela Bório, que denunciava falcatruas do grupo.

Heróis da resistência

Jornalistas perseguidos: Anderson Soares, Helder Moura, Marcone Ferreira Thiago Moraes, Nilvan Ferreira, Marcelo José e Alan Kardec.

Litigância de fumaça

O Ministério Público chamou de “litigância dissimulada” a desfaçatez de processar jornalistas que denunciaram fatos que de fato ocorreram.

Afinal eles estavam certos

Bolsonaro e o delegado afastado estavam certos: o diretor da delegacia especializada em Meio Ambiente, Waldir Freire Cardoso, investigou e concluiu que brigadistas da ONG de Alter do Chão provocaram o fogo.

Desculpas devidas

O governador do Pará deve um pedido público de desculpas a Fábio Amaral Barbosa, delegado afastado porque ousou prender brigadistas de ONG de Alter do Chão, por incendiarem a floresta. A demagogia rastaquera foi jogada no lixo pela investigação do delegado substituto.

Lavada e enxaguada

Se há alguém no Brasil se sentindo com a alma lavada e enxaguada, neste momento, ela se chama Pâmela Bório, a ex-primeira dama da Paraíba que há anos denuncia as falcatruas do ex, Ricardo Coutinho.

No papel, é de Niemeyer

O governo do DF vai ignorar o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/DF), que não reconheceu como de Oscar Niemeyer o projeto do Museu da Bíblia, em Brasília. O projeto atribuído ao arquiteto estava na proposta da lei de 1995, que designou a área onde ficará o museu.

Esses americanos…

O flagrante de jornalistas da CNN e do Washington Post comemorando a aprovação do impeachment de Donald Trump diz muito do descrédito crescente da mídia. A de lá, claro…

O campeão é…

Na Câmara, o deputado Delegado Éder Mauro (PSD-PA) é quem mais gastou verbas indenizatórias este ano. Ele obteve ressarcimento de gastos na ordem de R$463,5 mil apenas desde fevereiro.

Transparência turva

A Câmara encontrou forma engenhosa de esconder dados de despesas dos deputados e funcionários. O “Dados Abertos” da Câmara oferece tabelas cruas, sem organização, que requerem proficiência em programação do contribuinte para serem acessadas. Espertalhões.

Justiça jabuticaba

O Tribuna Superior Eleitoral aprovou todas as resoluções que vão disciplinar as Eleições de 2020. Mas como já entrou de férias, e tem prazo até 5 de março, ainda não publicou as instruções das eleições.

Pensando bem…

…com o longo recesso, o presidente Bolsonaro não terá com quem dividir os holofotes.

PODER SEM PUDOR

Olho eletrificado

Coronel Toniquinho Pereira era chefe político em Itapetininga (SP), quando se viu obrigado a receber o governador – seu adversário – na estação ferroviária de Iperó. Cheio de má vontade, assim que o trem chegou à estação, Toniquinho foi logo reclamando do chefe da estação: “Entrou uma fagulha no meu olho…” O ferroviário experiente explicou: “O trem é elétrico, coronel. Não solta fagulha.” O chefe político não se deu por vencido: “Então foi um quilowatt.”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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