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Acontece Casamento na Casa Cor 2015: o ambiente “Capela” foi palco para a novidade

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FOTO: LUCAS UEBEL

Pela primeira vez, a Casa Cor RS sediou um casamento. Após a Wedding Planner (organizadora de casamentos) Denise Bittencourt, visitar a Casa Cor 2015 e se encantar com a boa energia do ambiente “Capela” projetado pelo arquiteto Dall’Agnoll R. Júnior, a ideia surgiu. Os noivos Isabel Ferrari e Carlos Joel dos Santos, juntos há sete anos resolveram que hoje à noite seria o dia ideal renovar os votos.

A cerimônia foi conduzida pelo celebrante Tomaz August Schuch e dentro dos conceitos em que Dall’Agnoll norteou o seu projeto. O número “7” se fez presente, em “7” palavras que a Sylvana Meneghini destacou no vestido, elaborado também com “7” texturas para Isabel Ferrari que renovou os “7” anos de casamento com Joel.

O casal de padrinhos foi composto pelo arquiteto que também projetou espaço na Casa Cor, Rogério Pandolfo e a apresentadora Laura Medina. Para o cortejo, a Wedding Planner chamou 7 outras ex-noivas, suas clientes, que usaram vestidos vermelhos e entregaram buquê de 7 ervas da prosperidade para a noiva, assinado pela Tok de Arte.

Após a celebração os 50 convidados, que usaram Dress Code Black/White (vestimenta preta/branca) fizeram o brinde no Gazebo da Casa Cor. O bolo de 7 andares feito pelo Cake Designer, Gil Santos, e bem casados de Denise Ribeiro e lembrancinhas de Carol Moraes adoçaram a noite do casal.

O Ambiente

Motivado por ações de importantes líderes religiosos de diferentes nações, inclusive o da sua religião – a Católica, que buscam promover a paz e a harmonia entre os povos, Dall’Agnol Júnior criou para a mostra de 2015 este exemplar ecumênico, dizendo um sim à coexistência, e um não ao preconceito religioso.

“Uma criteriosa pesquisa buscou um elemento comum nas diversas religiões. Encontramos o número 7!! Por exemplo, no Cristianismo – criação do mundo em 7 dias, 7 Livros do Antigo Testamento, 7 sacramentos e 7 pecados capitais; no Judaísmo – a Menorah (Candelabro de 7 braços) e o Shabat (o descanso do sétimo dia); na Umbanda – 7 Nações, 7 Reinos Sagrados na doutrina e 7 Orixás; no Islamismo – fundação no século 7; no Xintoísmo – primeiras práticas registradas no século 7; no Budismo e no Hinduísmo – 7 chákras do corpo humano”, explicou o arquiteto.

O número 7, então, foi eleito como o elemento definidor de toda a proporção estrutural e estética do projeto. Tudo é múltiplo de 7. Assim as diversas religiões encontram identidade com as formas da Capela, que possui 7 metros de altura, 7 pináculos externos (mastros sem bandeiras e que representam também a ligação entre o plano terreno e o divino, apontando para o céu), 7 vãos envidraçados, 7 lustres pendentes e 7 telas de LCD.

A Capela foi erguida em estrutura metálica com revestimento em chapas de gesso acartonado à prova d’água (Demor Gesso Acartonado) com acabamento em selantes e pintura (Classe A Construções) com tinta emborrachada também à prova d’água (Tintas Renner). As esquadrias são em PVC (Kommlux) com 7 vidros cada (Vidrobox). Os 7 pináculos externos são em ferro (Ergocentro) e com alturas vaiadas, sendo o maior com 8,19m. O mobiliário possui acabamento em melamina amadeirada clara e lacas brilho e fosca (Movesa Móveis).

As cortinas motorizadas (Trilhos da Com Movimento) em pé-direito duplo são em voil branco (Manjabosco Decor). Todas as imagens das diversas religiões exibidas no espaço foram trabalhadas pelo fotógrafo Henrique Amaral. As flores no altar, rosas brancas e mini samambaias são de Débora Schio. Todos os equipamentos de som, imagem e automação são de última geração, tudo comandado por um IPad (DTS – Cinema em Casa e Automação). Toda a iluminação técnica é em LED e os 7 lustres pendentes são em cristais (Laboratório da Luz). O piso apresenta composição de duas pedras naturais – granito Branco Itaúnas e mármore Travertino (Marmoraria Carvalho). O tapete oriental bege (Jasmin Tapetes) destaca o mobiliário.

“Este projeto reinterpreta um espaço recorrente e de muita tradição em residências do passado (mais notadamente em casas de fazendas do período colonial e casas clássicas), agora atualizado ao terceiro milênio. É apresentado como opção e uma novidade para áreas de uso comum em grandes empreendimentos”, completou Dall’Agnol.

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