Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 18 de junho de 2026
Com a inclusão de um dos principais nomes do governo entre os alvos da apuração, adversários do PT passaram a explorar o episódio.
Foto: Antonio Cruz/Agencia BrasilA nova fase das investigações relacionadas ao Banco Master colocou o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado e um dos aliados mais próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no centro de uma crise política que ultrapassa os desdobramentos jurídicos do caso. A operação da Polícia Federal, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ampliou o alcance das apurações e atingiu um dos principais articuladores do Palácio do Planalto, provocando reações dentro e fora do governo.
Conhecido nos bastidores da política como o “galego” de Lula, em referência à longa amizade construída ao longo de décadas, Wagner passou a ser alvo de medidas de busca e apreensão no âmbito da investigação que apura possíveis irregularidades envolvendo empresários, operadores financeiros e agentes públicos ligados ao Banco Master. Embora o senador não tenha sido denunciado nem formalmente acusado, a operação gerou forte repercussão em Brasília.
O caso ganhou relevância política porque, até então, os desdobramentos da investigação haviam atingido principalmente figuras associadas à oposição. Com a inclusão de um dos principais nomes do governo entre os alvos da apuração, adversários do PT passaram a explorar o episódio como forma de questionar o discurso adotado pelo partido nos últimos anos em relação ao combate à corrupção.
Parlamentares oposicionistas afirmam que a operação demonstra a necessidade de que todas as investigações avancem sem distinções partidárias. Já integrantes da base governista argumentam que a realização das buscas não significa culpa e defendem que as apurações sejam conduzidas dentro do devido processo legal.
Nos bastidores do Congresso, a avaliação é que o episódio representa um desgaste adicional para o governo em um momento em que o Executivo tenta consolidar apoio parlamentar para pautas consideradas prioritárias. Wagner exerce papel estratégico na articulação política e atua diretamente nas negociações entre o Planalto e o Senado.
Aliados do senador destacam que ele possui trajetória política consolidada, tendo ocupado cargos como governador da Bahia, ministro da Defesa, ministro da Casa Civil e líder do governo. A expectativa agora é acompanhar os próximos passos da investigação e verificar se os elementos reunidos pela Polícia Federal resultarão em novas medidas ou eventual responsabilização de investigados.
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Os discursos de inocência da esquerda só conseguem convencer os “galegos” da caipirinha do estadista. Mesmo com a máquina aparelhada e um judiciário politizado, está cada vez mais difícil varrer para debaixo do tapete o que qualquer cidadão com o mínimo de inteligência e imparcialidade já percebeu.
Mendonça só precisa explicar por que não há operação contra Flávio Bolsonaro e seus R$ 61 milhões: A 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (18), joga luz sobre o que há de mais sofisticado e, ao mesmo tempo, de mais degradante na simetria do poder em Brasília. Investigar fraudes bilionárias, o uso espúrio do parlamento para favorecer interesses de banqueiros e o trânsito de vantagens indevidas
Não desidatra coisa nenhuma, tem ladrão no PT e no PL qual diferença?? Todos ladrões!!!
Tira a máscara. Quando tem reportagem sobre o Lulinha tu defende trazendo a DIREITA. Mas quando é sobre a DIREITA tudo senda o pau. Tá ficando muito na cara.