Sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 23 de junho de 2026
Apesar da piora no cenário inflacionário, o Copom destacou que decidiu reduzir a Selic de olho "nas melhores práticas de política monetária"
Foto: FreepikO Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) informou que o cenário da inflação no Brasil se deteriorou no intervalo das reuniões de abril e maio do colegiado, de acordo com a ata do último encontro do órgão, divulgada nessa terça-feira (23).
Apesar disso, na última reunião, realizada na semana passada, o Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,25% ao ano. Na ocasião, o colegiado também revisou para 5,2% a sua projeção para a inflação em 2026, acima do teto da meta.
“Em um primeiro momento, foi ressaltado que o cenário havia se deteriorado desde a última decisão, tanto em termos das leituras mais recentes da inflação cheia e suas medidas subjacentes, quanto das expectativas para os anos de 2026, 2027 e 2028. Destacou-se que a última leitura do IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo] já situa o índice acima do limite superior estabelecido para a meta”, informou a ata.
Segundo o colegiado, desde a reunião de abril ficou “evidente” uma desancoragem adicional das expectativas de inflação para horizontes mais longos, em particular para o ano de 2028.
Apesar da piora no cenário inflacionário, a ata do Copom destacou que decidiu reduzir a Selic de olho “nas melhores práticas de política monetária”. No comunicado, o colegiado citou os choques de petróleo e os efeitos do El Niño na economia nacional.
“O Comitê debateu que esse conjunto de resultados deve ser ponderado à luz das melhores práticas de política monetária, recomendando não reagir integralmente a variações de preços decorrentes de choques de oferta, que no momento atual incluem incertezas relevantes”, disse o Copom.
Diante do cenário de expectativas desancoradas, o Banco Central sinalizou a necessidade de manter a taxa de juros em patamar elevado por mais tempo.
“O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, afirmou o colegiado na ata.
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Ué, cadê os comentários dos JUMENTINHOS defensores da política, ou falta de política econômica do LADRÃO CACHACEIRO?! Ou melhor, do ESTADISTA LADRÃO CACHACEIRO.
Pra começar temos que mostrar a taxa REAL de inflação…. Não é a que a Grande Quadrilha Manipula…
Estas Ditaduras …sempre manipulam os numeros , para enganar e vender a idéia de que o sistema esta funcionando….quando a gente sente que ruiu.
Os Juros mais altos do mundo , e o governo vendendo endividamento, é uma armadilha medonha…
Mas o mentiroso que se diz “pai dos pobres” não jogava a culpa no governo anterior ?????????
Nefasto perdulário, destruidor da responsabilidade fiscal e saqueador do dinheiro público!
Mas, segundo alguns alienados, o país está no caminho certo e, vencendo as eleições, esse governo incompetente, esbanjador e corrupto irá consertar tudo que foi destruído nos governos anteriores. O golpe está aí, cai quem quer.