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Saúde Cerca de 7 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência da poluição do ar

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A poluição do ar contribui para a demência e a asma pode começar a ser exposta à poluição do ar pelo tráfego. (Foto: Reprodução)

Em média 7 milhões de pessoas morrem por ano devido à poluição do ar , aponta relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse foi o primeiro estudo sobre qualidade do ar da organização desde 2005 e estima ainda que 90% da população mundial está exposta a pelo menos um agente poluente grave.

Junto ao relatório, a OMS divulgou novas Diretrizes Globais de Qualidade do Ar (AQGs). No entanto, ela ressalta que a carga de doenças relacionadas à exposição à poluição é desigual, e atinge com mais força países de baixa e média renda.

“Anualmente, a OMS estima que milhões de mortes são causadas pelos efeitos da poluição do ar, principalmente por doenças não transmissíveis. O ar puro deve ser um direito humano fundamental e uma condição necessária para sociedades saudáveis e produtivas”, disse o Diretor Regional da OMS para a Europa, Dr. Hans Henri P. Kluge.

A organização associa o crescimento da poluição do ar em países de baixa e média renda à urbanização em grande escala e ao desenvolvimento econômico que depende amplamente da queima de combustíveis fósseis nesses lugares. O relatório destaca também que os impactos na saúde afetam principalmente indivíduos com doenças crônicas, idosos, crianças e mulheres grávidas.

Em crianças, a poluição pode reduzir o crescimento e a função pulmonar, provocar infecções respiratórias e asma agravada. Já em adultos, a doença cardíaca isquêmica e o derrame cerebral são as causas mais comuns de morte prematura atribuíveis à má qualidade do ar. Segundo a OMS, essas evidências tornam a poluição tão grave como o tabagismo e a má alimentação, por exemplo.

Novas diretrizes

A OMS ressalta que, desde a última atualização global, em 2005, houve um aumento de evidências que mostram como a poluição do ar afeta a saúde de diferentes formas. Por isso, a organização reduziu os níveis aceitáveis para a qualidade do ar dos chamados poluentes clássicos.

São eles as partículas (PM), o ozônio (O₃), o dióxido de nitrogênio (NO₂), o dióxido de enxofre (SO₂) e o monóxido de carbono (CO). A organização acrescenta ainda que reduzi-los pode promover um impacto sobre outros poluentes prejudiciais.

“As novas Diretrizes de Qualidade do Ar da OMS são uma ferramenta prática e baseada em evidências para melhorar a qualidade do ar da qual toda a vida depende. Eu peço urgência aos países e a todos aqueles que lutam para proteger nosso meio ambiente que as coloquem em uso para reduzir o sofrimento e salvar vidas”, pediu o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

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Nilton G Veiga
26 de setembro de 2021 19:47

A OMS também deveria medir o número de mortos pelas sacanagens e roubalheiras praticadas por políticos inescrupulosos, principalmente em países como o Brasil, certamente o resultado de.mortes será bem alto em razão de desvios de dinheiro da saúde, da infraestrutura, da educação, do saneamento básico, etc.
Porque até hj ainda não tomaram nenhuma atitude com relação a China que além de poluirem imensamente o planeta, também exportam vírus contaminantes?

Luciano Soares de Souza
27 de setembro de 2021 13:55

7 milhoes por ano, por poluição, e ninguem faz nada. 4,5 milhões em dois anos por esse vírus inventado em laboratório, e já quebraram empresas, promoveram o desemprego e a inflação lá nas nuvens. Parabéns aos governos envolvidos que não sabem nem fazer conta.

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